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Em Xanxerê, divisão dos votos

8 de junho de 2016 08:18 | Rogério Côlvero
Em Xanxerê, divisão dos votos

Já se tem como prováveis quatro chapas que vão concorrer as eleições municipais de Xanxerê. Sabe-se que o PSD vai definir entre Miri e Avelino quem vai na cabeça com o PSDB indicando o vice; que o PMDB vai apresentar a chapa Colato e Biasuz ou Saibo e Biasuz na expectativa (esperança) de ter um nome do PSDB de vice; Vigo (PR) e Tatu (PTB) é outra chapa possível, porém a terceira via não conta mais com o PT que lançou Alessandro Antoniolli como candidato a prefeito que, por certo, terá um vice de um partido alinhado ao PT.  Se assim acontecer, haverá uma divisão nos votos e a chapa que vencer, vencerá com uma diferença pequena.  Os mais “entendidos” em política apostam que haverá três chapas para disputar a eleição: PSD, PMDB e PT.  Para acertar este baralho, dizem, só o deputado Merísio que precisa empurrar seu partido rumo a vitória para tentar ser candidato a governador em 2018 sendo vitorioso, antes, no seu reduto eleitoral.

Avenida Porto Alegre

Prefiro identificar a Rua Porto Alegre como Avenida depois dela ter recebido os melhoramentos, inclusive, o asfaltamento. É uma região entre os bairros São Jorge, Dos Esportes, Colato e outros que sem dúvidas vai merecer a atenção dos investidores imobiliários, aliás, já tem projetos de construções de prédios habitacionais para aquela região. Com moradias, vem atrás, padaria, mercado, farmácia e em consequência como dizem os moradores próximos, vai se formando uma “nova cidade”. O prefeito Ademir Miri Gasparini vem recebendo elogios por mais esta obra na Av. Porto Alegre.

Está caindo a máscara

A PGU pediu a prisão dos “grandes” nomes do PMDB: José Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Cunha. A decisão agora está nas mãos do Ministro Teori Zavascki do STF, se vai prender ou não a “quadrilha” que tenta pôr fim à operação Lava Jato. A máscara está caindo.

Que vergonha

Os engravatados que se apresentam como “dignos” representantes do povo brasileiro, sem vergonha na cara, como ex-presidentes, governadores, senadores e deputados federais em 14 anos roubaram R$ 564,1 milhões em propinas, segundo Nestor Cerveró, ex- diretor da Petrobrás em sua delação, conforme publicou o Jornal O Globo. A maior parte do dinheiro foi para campanhas eleitorais dos denunciados e também para enriquecimento pessoal  as custas do dinheiro público. Agora, é devolver o dinheiro e cadeia – nada de tornozeleira eletrônica para estes bandidos desfilarem por aí, bem nutridos e bem vestidos perante as 12 milhões de famílias de desempregados e dos doentes que perambulam nos corredores dos hospitais.

“Antes eram como avestruz agora são emas”

No discurso de Cláudio Vignatti, presidente estadual do PT para uma plateia “vermelha” de 300 pessoas na última sexta-feira em Florianópolis, ele disse que “no início do ano, muitos dos nossos militantes estavam com a cabeça escondida na terra como um avestruz – agora voltamos a erguer a cabeça como emas”. Vignatti criticou duramente o presidente interino Michel Temer como “governo ilegítimo”. Para observadores políticos o discurso deu tom de alívio para os petistas com a saída de Dilma que não precisa mais eles defender o governo e só fazer o que o PT sabe, criticar. Também, que o partido está completamente perdido com vistas as eleições municipais e desvia do assunto quando interpelado sobre os roubos na Petrobrás.

FALA POVO

– “Os sem terra voltaram a ação mais intensa. Pergunta-se: durante oito anos de Lula e mais quatro de Dilma não houve solução? Que pena.”

– “As empresas de grande porte só contratam trabalhadores que vão dar lucro. Xanxerê por exemplo, tem raras empresas de porte com 100 ou mais trabalhadores”.

-“Quem mantém empregos e têm vagas, são as pequenas empresas e empresas familiares, no caso de Xanxerê”. Pequenas lojas, padarias, bares, lanchonetes, restaurantes, mercadinhos, prestadores de serviço etc. e tal.”

– “Emprego que o trabalhador não precisa dar lucro são compostos por servidores públicos para o atendimento de serviços a população. Aí, a necessidade de concursos públicos.”

– “Jovens que ainda não têm formação e visivelmente poderão não ter, não estão lendo livros, apenas curtindo o celular.”

– “Tenho 60 anos e muita vergonha de ter o título de eleitor. Não voto mais. Os políticos não respeitam ninguém.” ( O.L.)

– “Os meus colegas são frouxos” – respondeu um peemedebista de cruz na testa aqui de Xanxerê ao ser indagado quem seria o candidato do partido.  Não o identificamos pois não pedimos autorização para tal.


Por: Direto da Redação

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