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Enfermeira de Xanxerê esclarece dúvidas sobre os casos de HPV

23 de agosto de 2017 - 10:29 / Comunidade Lance Notícias Saúde Xanxerê | Comentários
Enfermeira de Xanxerê esclarece dúvidas sobre os casos de HPV Foto: Patrícia Silva/Lance Notícias

A prevenção é a melhor forma para evitar qualquer tipo de doença. Com o Papilomavirus Humano, mais conhecido como HPV, não é diferente. O vírus se dissemina facilmente, se instalando na pele e mucosas, podendo causar diversos desconfortos, inclusive, para as mulheres, o câncer do colo do útero.

Existem mais de 200 tipos de HPV, destes, quatro são os mais preocupantes, pois podem se desenvolver em câncer.

O LANCENOTICIAS.com.br conversou com a enfermeira coordenadora da Vigilância em Saúde de Xanxerê, Carol Cenzi, que explicou sobre o vírus HPV.

Como o HPV é transmitido?

“O HPV é sexualmente transmissível ou pelo contato com mucosas infectadas, na maioria das vezes é por relações sexuais desprotegidas”.

Quais os sintomas?

“A doença não apresenta sintoma específico, ela apresenta sinais, como verrugas, elas estarão nos órgãos genitais e as vezes as pessoas não percebem que tem por serem pequenas, mas elas também podem se multiplicar rapidamente”.

Como tratar?

“Quando a pessoa percebe que tem alguma verruga, deve procurar o serviço de saúde para fazer o acompanhamento e ver qual o tipo de tratamento é indicado que o médico irá prescrever. Na dúvida sempre procure uma Unidade de Saúde”.

Prevenção:

“A melhor forma hoje é fazer a vacina e usar o preservativo em todas as relações sexuais, e o preventivo que as mulheres devem fazer todo o ano, que é uma das formas de também estar detectando o quanto antes se a pessoa tem ou não um câncer de colo de útero”.

A vacina contra o HPV, segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), deve ser realizada em Todas as meninas, entre 9 e 14 anos, e, em 2017, os meninos entre 11 e 14 anos devem ser vacinados, por orientação do Ministério da Saúde. É necessário efetuar duas doses da vacina, que estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS), a segunda deve ser aplicada seis meses após a primeira.

Por: Rafaela Forchesatto

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