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Painel Rosa compartilha informações sobre a detecção precoce do câncer de mama

17 de outubro de 2016 07:22 | Comunidade , Evento Compartilhar no Whatsapp
Painel Rosa compartilha informações sobre a detecção precoce do câncer de mama O encontro será na quinta-feira (20) (Foto: Divulgação)

 

A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Xanxerê realiza na próxima quinta-feira, 20, o Painel Rosa. Essa é a última ação relacionada à Campanha Outubro Rosa desse ano. É um momento para reunir a comunidade e discutir sobre o câncer de mama, além de tirar dúvidas.

O Painel Rosa inicia às 20 horas, acontecerá no Salão Paroquial do Centro Comunitário da Igreja Matriz e será aberto ao público. Integram aos participantes a oncologista clínica de Chapecó, Aline Muller da Silva, assistente social, psicóloga, Vitoriosa e a presidente da RFCC de Xanxerê. Haverá um momento com perguntas direcionadas aos participantes e depois o público poderá fazer perguntas.

De acordo com a oncologista, Aline Muller da Silva, eventos como este são importantes para compartilhar informações, promover a conscientização na detecção precoce do câncer de mama e estimular a participação da população no controle da doença. A informação é uma arma poderosa na luta contra o câncer por possibilitar diagnósticos iniciais e maior possibilidade de cura. “As ações preventivas de nível secundário, ou seja, para detecção da doença em estágio inicial, são essenciais para a redução dos índices de mortalidade por câncer de mama. Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as chances de cura”, afirma.

Muitos tumores de mama são assintomáticos, mas é importante a mulher estar familiarizada com a aparência, a forma e a textura de suas próprias mamas para detectar qualquer alteração. Os sintomas de alerta são os seguintes: nódulos ou espessamentos nas áreas das mamas e/ou axilas, mudança no tamanho e formato das mamas, aparecimento de retrações na pele e no mamilo, abaulamento ou modificações do aspecto da pele e secreções papilares espontâneas (através do mamilo). Dor raramente está relacionada com o câncer, mas sempre deve ser avaliada pelo médico. “A melhor maneira de ajudar é falar sobre a doença em casa, com seus familiares e amigos, disseminar o conhecimento, desmistificar a doença e, principalmente, combater qualquer tipo de preconceito”, destaca.

Aline Müller da Silva é oncologista clínica, com graduação em Medicina pela Unesc, Residência Médica em Medicina Interna no Hospital Nossa Senhora de Pompéis em Caxias do Sul, Residência Médica em Medicina Interna (R3) no Complexo Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Residência Médica em Oncologia Clínica no Hospital Nossa Senhora de Pompéia em Caxias do Sul e Fellowship in Medical Oncology – Instituto Europeu de Oncologia – IEO Divisione Sviluppo di Nuovi Farmaci per Terapie Innovative – Equipe Dr Giuseppe Curigliano – Milão – Itália. (Assessoria de imprensa)


Por: Patricia Silva

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