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Presidente da associação de delegados de SC discute segurança pública em Xanxerê

9 de abril de 2018 - 14:57 / Comunidade Polícia Variedades Xanxerê | Comentários
Presidente da associação de delegados de SC discute segurança pública em Xanxerê Foto: Patrícia Silva/ Lance Notícias

 

Nesta segunda-feira (09), delegados da regional de Xanxerê e o presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina- Adebol, se reuniram para discutir as demandas da região voltadas para a segurança pública.

Na oportunidade os delegados discutiram as necessidades que existem em Xanxerê. “A associação dos delegados começou a fazer visitas regionalizadas por todo o estado de Santa Catarina. Nesta semana começamos em Xanxerê e iremos fazer este rodizio por todas as regionais com o objetivo de fazer uma análise, um raio X das situações locais. Na sequência iremos encaminhar para o Secretário de Segurança Pública, para o Governador pontuando as situações principais de cada região fazendo pleitos genéricos que servem para todo o estado”, comenta Delegado Ulisses Gabriel, presidente da associação dos delegados de SC.

O delegado frisa ainda que há a necessidade de investir em mais efetivo. “Observamos em todas as regionais a importância de mais efetivo para manter um nível razoável para que ele não caia, percebemos também que uma demanda que existe é por equipamentos e viaturas e de tecnologias. Estamos observando que alguns sistemas de software são muito importantes”, destaca.

Outro ponto que tem atrapalhado na ação da polícia civil é a situação dos presídios, que se encontram superlotados.

“Outro fator importante é em relação as promoções de policiais, percebemos que na PM, por exemplo, existem quatro promoções por ano, no nosso caso a que deveria ter acontecido ano passado, ocorreu neste ano. Isso desestimula o policial. Outra questão é a superlotação de presídios. Temos 39 unidades prisionais em Santa Catarina e 36 estão interditadas, estamos tendo dificuldade em manter as pessoas presas. Não adianta ter um serviço eficiente na polícia, prender e logo na sequencia nós termos que colocar em liberdade, que sistema é esse onde o preso não fica preso”, finaliza.

Por: Patricia Silva

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