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Vídeo: atenção precisa ser redobrada na SC-480 após uma cratera se formar na rodovia em Xanxerê

6 de junho de 2017 - 10:22 / Comunidade Trânsito Xanxerê | Comentários
Vídeo: atenção precisa ser redobrada na SC-480 após uma cratera se formar na rodovia em Xanxerê Comprovado o dano, o condutor não precisará arcar sozinho com as despesas do conserto.(Foto: Patrícia Silva/Lance Notícias)

 

A chuva associada a neblina e a falta de sinalização tem deixado muitos motoristas com problemas mecânicos ao passar pela SC-480, no Bairro Pinheiro em Xanxerê. Isso porque, uma cratera se formou na rodovia o que tem forçado motoristas a invadir a contramão, ou, caindo no buraco podendo resultar em um acidente.

“Muitos motoristas param na minha casa pedir socorro para arrumar o carro, porque quem vem aqui não imagina que tem um buraco tão grande e de repente já estão dentro. O mais comum é estourar pneu aqui. Está muito perigoso, muitos, para evitar de cair no buraco invadem a contramão, pode vir outro carro e eles colidir frontalmente”, comenta o morador que mora nas proximidades da rodovia.

Veja o vídeo:

 

Operação Tapa Buraco

Segundo apurou a reportagem do Lance Notícias, foi feita licitação para contratação da empresa que fará a operação tapa buraco nas rodovias estaduais que passam por Xanxerê, inclusive o trecho da SC-480. Agora, se aguarda a colaboração das condições climáticas para dar início aos trabalhos.

Leia mais:

>> Operação Tapa-Buraco nas rodovias estaduais de Xanxerê inicia na próxima semana

 

Prejuízos causados por buracos em rodovias geram indenização

Nestes casos é possível cobrar os prejuízos do poder público. Mas, o tempo do processo é incerto e geralmente nada rápido. O advogado Emerson Chittó, explica que é necessário ter provas quando o incidente ocorrer.

“Não esqueçam de fazer fotos, boletim de ocorrência, notas fiscais dos danos e se tiver testemunhas é melhor ainda, ou pelo menos três orçamentos em caso de danos materiais para que possam receber de volta o que teve de prejuízo”, explica em entrevista à Rádio Princesa.

 

Por: Patricia Silva

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