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Xanxerê já conta com 14 suspeitas de dengue, inclusive em comunidades do interior

8 de fevereiro de 2017 - 08:58 / Comunidade Saúde Xanxerê | Comentários
Xanxerê já conta com 14 suspeitas de dengue, inclusive em comunidades do interior Suspeitas aguardam o resultado (Foto: Patrícia Silva/Lance Notícias)

 

Xanxerê é um dos 51 municípios de Santa Catarina, infestados pelo mosquito da dengue, que transite também a febre amarela, chikungunya e zika vírus. Entre o dia primeiro de janeiro a oito de fevereiro, Xanxerê confirmou 121 focos do mosquito e os bairros considerados em situação mais crítica são: Tonial, Esportes, Nossa Senhora de Lourdes e João Winckler.

Somente neste ano, Xanxerê já registrou 10 suspeitas de dengue e uma de chikungunya, destas todas foram descartadas. Mas, nesta semana mais quatro suspeitas estão sendo analisadas e o resultado deve sair nos próximos dias.

“As suspeitas de dengue que estamos tendo não é mais só na cidade, já tivemos no interior também, por exemplo a Linha São Paulo que é monitorada. As pessoas têm o costume de jogar pneus velhos, por exemplo, no interior ao invés de dar o descarte correto. Isso não é solucionar o problema, só transferir ele de lugar”, comenta Janete Rodrigues, coordenadora do Programa de Combate à Dengue.

Xanxerê está entre os 51 municípios infestados (Foto: Dive/SC)

 

Sinais e sintomas

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40° C) de início abrupto, que tem duração de dois a sete dias, associada à dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Manchas pelo corpo estão presentes em 50% dos casos, podendo atingir face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem estar presentes.

Com a diminuição da febre, entre o terceiro e o sétimo dia do início da doença, grande parte dos pacientes recupera-se gradativamente, com melhora do estado geral e retorno do apetite. No entanto, alguns pacientes podem evoluir para a forma grave da doença, caracterizada pelo aparecimento de sinais de alarme, que podem indicar o deterioramento clínico do paciente.

 

 

Por: Patricia Silva

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