A carta da Dilma

19 de agosto de 2016 07:58 | Rogério Côlvero
A carta da Dilma

Na abertura da leitura da carta ela já estava com a cara de “tchau, fui ”. A carta escrita a dez mãos defendendo reforma política e plebiscito e mais uma vez cometendo “crime” por não conhecer a Constituição ao querer plebiscito. Olha, nem Lula acredita mais na Dilma, que dirá o povo brasileiro. Ela ainda pede desculpas por ter “enterrado” a economia e ter deixado mais de 12 milhões de desempregados. Na carta reafirma que é inocente e que tem esperança de voltar ao cargo trazendo a faixa presidencial consigo. Dilma baixou a crista e não falou que o impeachment é golpe.

São sete candidatos na capital

Em Florianópolis, a capital dos catarinenses, são sete as candidaturas a prefeito nestas eleições. 1. Angela Albino (PC do B) com o vice Gabriel Kazapi (PT); 2. Angela Amin (PP) e o vice Rodolfo Pinto da Luz (PSD); 3. Elson Pereira (Psol) com o vice Fábio Botelho (PV); 4. Gabriela Santetti (PSTU) e José Alavarenga (PSTU) de vice; 5. Gean Loureiro (PMDB) com João Batista (PSDB) de vice; 6. Maurício Leal (PEN) e o vice Marcos Vieira (PEN); e, Murilo Flores (PSB) com o candidato a vice Edupércio Pratts (PSB).

Ideli Salvatti: to fora!

A Ideli Salvatti (PT) tida como candidata a prefeita da capital, mas ela e o próprio partido, correram da raia, aliás, o PT resolveu entrar na chapa do PC do B com o candidato a vice. Na capital federal Ideli ( mui amiga de Dilma) está também sumida – segundo seus companheiros –  ela deveria por obrigação estar próxima da equipe do governo Dilma, compartilhando das “agonias” da presidente afastada. A ex-Ministra ocupa hoje um bom cargo na OEA, nos Estados Unidos e deve estar aprontando as malas para a “triunfal” volta a Florianópolis.

Uma rodada de quibe

Os políticos descendentes árabes no Brasil estão se valendo da raça. Uma rodada de quibe (comida árabe) na residência do empresário El Hajj, em Brasília, reuniu Michel Temer, o presidente interino,  Esperidião Amin (PP) deputado federal catarinense que convidou para participar da “quibada” o governador Raimundo Colombo e o presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merísio. Na ocasião, Michel Temer manifestou vontade de vir a Santa Catarina tão logo seja efetivado na presidência.

FALA POVO

Ovo na cara

Isto aconteceu de fato numa das eleições municipais de Xanxerê. Candidatos a prefeito, vice e vereadores estavam todos no palanque oficial da Praça, para o último comício.  Todos os novatos na política preferiram ficar bem à frente, bem à vista do grande público. Um vereador candidato a reeleição, esperto, procurando um lugar para também aparecer, falou no ouvido de um candidato novato: “olha lá, o pessoal do Bairro vem chegando, são nossos adversários, prometeram jogar ovo podre no palanque”. Não deu outra, os que  estavam na frente  saltaram fora. Os outros, simplesmente passaram para frente.  E a jogada de ovo na cara, até hoje não aconteceu. (CDC).

– “A maioria não acredita que os candidatos a prefeito, indicados e apoiados pelo Merísio, possam perder a eleição na base dele”. (H.A.C.)

– “Lá em Brasília, com Lula no comando do país, o churrasquinho era diário. A  pinga de primeira corria solta. Todos sabem da onde que vinha a carne… mas a pinga sempre era de Chapecó”. (F.M.)

– “Agora em Brasília a coisa mudou – o quibe árabe é o prato principal. Michel Temer reúne os políticos descendentes de árabe , e zô quibe. Só não convidaram ainda o Paulo Maluf que também é da “irmandade”. (CDC)

– “Lá na fronteira um prefeito gostava muito de fazer festa na zona territorial proibida. No final da festa, já a mil, ele se fazia de bobo e mandava seu chaveirinho fechar e pagar a conta, por conta da barrosa, é claro.” ( N.G.)

 

 

 

 

 


Por: Patricia Silva

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