A importância da mulher na estrutura familiar

25 de agosto de 2016 15:40 | UNOESC na Comunidade
A importância da mulher na estrutura familiar (Foto:Divulgação)

Taline Andreis Calniel

 Priscila Ferreira

 

A família é uma instituição divina. Do vínculo, surge o afeto que constrói uma base social e cultural ao indivíduo. Afirmou Platão: “Tenho irmãos, pai, mas não tenho mãe. Quem não tem mãe, não tem família”.

Com este pensamento, tentamos buscar melhor compreender o real motivo de tanta dissolução familiar. Sabemos que desde a pré-história o termo “família” vem evoluindo muito, seu conceito amplamente modificado, permite reconhecer até outros formatos de entidades familiares, como união de pessoas do mesmo sexo, entre outras.

Fazendo uma analogia à atual conjuntura, percebemos que a insegurança afetiva e a falta de exemplos morais são alguns dos responsáveis pela desestruturação familiar. A criança, em seu instinto natural, remete-se à figura materna que a alimenta, protege, ensina e oferece segurança ao bom desenvolvimento desta, como a base para sua evolução.

Por intermédio da figura materna (genitora) a criança assume um lugar relevante na unidade familiar, o que naturalmente garante uma base social harmoniosa.

A partir da falta de condições de uma convivência familiar, seja ela por egoísmo, imaturidade ou interesses individuais, põe-se em risco o bem-estar dos filhos. Por mais que a lei assegure ao menor o bem-estar e proíba a alienação parental, não significa que o fracasso familiar não repercutirá amargamente nesta criança.

Nesta figura de família, a criança, estando ou não preparada, precisa engolir uma nova realidade, por mais infundada que ela pareça ser. O amor deveria estar acima das leis, as leis foram criadas por homens.

A figura materna (genitora) inspira e transpira amor de forma pura e incondicional desde o ventre. É a família que primeiramente nos mostra o que serve de base para certo ou errado (atitudes, comportamentos e palavras), indica os melhores caminhos, serve de exemplo para as futuras gerações, inspirando a formação de novas famílias.

É preciso cuidar de forma preciosa as sementes que estamos lançando na terra. Família é planejamento sério com responsabilidade, não é para se brincar de ser ou fazer.

 

(As autoras são acadêmicas do curso de Direito da Unoesc Xanxerê. Texto elaborado sob a orientação da Profª Rossaly Beatriz Chioquetta Lorenset.)


Por: Alessandra Bagattini

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