Carlos Colatto abre o verbo

2 de junho de 2016 08:29 | Rogério Côlvero
Carlos Colatto abre o verbo

 

Além de abrir o verbo, o presidente do PMDB de Xanxerê, Carlos Augustinho Colato, mostrou que o partido está bem vivo para a disputa das eleições municipais de 2 de outubro e foi muito claro afirmando que “o objetivo do PMDB é fazer grande projeto para Xanxerê sem ser cabresteado pelo Merísio”. Uma afirmativa bastante firme diante do cenário político mostrando que o deputado Gelson Merísio (PSD) pode “tirar o cavalinho da chuva” que ele não vai mais mandar nas eleições de Xanxerê direcionando sua vontade ao seu interesse.  Disse ainda que “uma suposta coligação com o PSD e ser vice de Menegola, nunca” garante Colatto e lembrou que coligação possível poderia ser com o PSDB – que os dois partidos comungam das mesmas ideias. Analisando o que afirma Colato e opinando sobre o assunto, observo que os peemedebistas esperavam estas afirmativas firmes e decididas  de seu presidente para  firmar uma candidatura na cabeça de chapa e não como vice, mostrando que o partido não quer mais andar na garupa dos outros, ou ficar na sombra como dizem. Com a afirmativa de Carlos Colato que o PMDB têm candidatos a prefeito como ele próprio e mais, de Jorge Antoniolli,  Adenilso Biazus  e Gelson Saibo e uma grande nominata de candidatos a vereador,  pode-se dizer que “ com chuvas e trovoadas”  o partido mudou, está mostrando ao povo o seu caminho e a sua vontade de fazer por Xanxerê. A disputa agora é interna do partido para a escolha do nome que será cabeça de chapa e aí, salve-se quem puder

É ele mesmo

Com as afirmativas de Carlos Colato (PMDB) a vontade de Avelino Menegola (PSD) de ter alguém do PMDB para ser vice em sua chapa, acabou. Pois, já apontam Menegolla como candidato a prefeito e perguntam  “se o processo já está encerrado e ele está mesmo com a ficha limpa” sabe-se, ainda, que ele está sendo exonerado à pedido do cargo que ocupa no setor público municipal. Assim sendo, poderá buscar outra parceria –  que poderá ser, o PP de Hélio Winckler, o PTB de Tatu Menegatti,  o DEM de Genésio Téo,  o PR de Leandro Vigo e quem mais estiver disponível e disposto. Ainda que o mais provável vice de Menegolla seja um nome do PSDB.  Nunca esquecendo que vice é vice.

Políticos em Brasília com diarreia

A ODEBRECHT fechou a delação considerada a mais temida pelos políticos de Brasília.  A Expectativa é de que o ex-presidente da maior e mais poderosa construtora do país revele ( o que ainda a Lava Jato não sabe) como funcionava os esquemas de doações das campanhas. Os rumores já apontam que 360 políticos receberam “esmolas”. Por outro lado, com a delação que vem aí, vários políticos já estão  no corre-corre, acometidos de uma diarreia nunca experimentada, e ainda, fortes dores no peito, na cabeça e a vontade de fugir do país.  Fala Odebrecht, fala tudo que sabe que limpar do país os gatos, gatos não porque ofende os animais, limpar os ladrões mesmo. Antecipadamente já se ouviu falar que tanto Lula como Dilma foram beneficiados.

FALA POVO

– Depois da exoneração dos peemedebistas que ocupavam os cargos na Prefeitura, o caldo engrossou para o lado dos políticos do PSD.

– E Carlos Colato disse claramente: não seremos mais cabresteados pelo Merísio.

– Ao que tudo de vê, o PP poderá ser vice na chapa do Menegola se o PSDB saltar fora.

– Não há dúvidas, é hora do PMDB voltar a comandar o município. Competência tem.

– Já se ouve por aí que se não for o Miri de novo, vou para o PMDB. O velho já ficou 8 anos na cadeira.

– Lembrados também  Tatu – Menegatti para o voto útil e do médico Flávio Filappi os dois mais falantes e competentes, ouve-se dizer.

– Me contaram que depois da fala do Colatto alguém viu Merísio só sacudindo os ombros.

– Os esquemas são lá pela capital. Acertam tudo lá e aqui “sim senhor”.

 

 


Por: Patricia Silva

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