Ações do Programa de Combate à Dengue reduzem focos do Aedes aegypti em Xanxerê

11 de julho de 2018 15:18 | Dengue , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Ações do Programa de Combate à Dengue reduzem focos do Aedes aegypti em Xanxerê Foto: reprodução

A equipe da Vigilância Entomológica através do Programa de Combate à Dengue da Secretaria Municipal de Saúde de Xanxerê tem atuado de forma intensa, especialmente orientando a população para os cuidados que necessitam ter a fim de evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febra de chikungunya e zika vírus. Conforme Boletim Epidemiológico da Diretoria de Vigilância do Estado (Dive), Xanxerê é considerado médio risco na situação dos municípios, segundo Índice de Infestação Predial.

De acordo com dados da Dive pelo Boletim Epidemiológico, com as ações desenvolvidas pelas agentes epidemiológicas de forma estratégica nos bairros, centro e pontos onde há armadilhas – até o mês de junho de 2018 – foram contabilizados 383 focos do Aedes. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, em 2017(de janeiro a junho), foram contabilizados 655 focos. OU seja, com as ações, foi apresentada uma redução de 40% dos focos.

Conforme dados do Programa da Dive, em 2015 Xanxerê teve 520 focos, ficando em quarto lugar no Estado entre os municípios infestados e considerado alto risco. Em 2016, foram 720 focos, estando na segunda colocação e, seguia com alto risco. Já em 2017, foram 850 focos, novamente em segundo lugar no Estado. Até o primeiro semestre de 2018, Xanxerê contabiliza 383 focos, caindo para décimo lugar na lista dos municípios infestados em Santa Catarina e considerado médio risco.

A coordenadora do programa Márcia Puccini Vieira, ressalta que a redução nos índices de focos se deve as medidas e estratégias tomadas no setor de armadilhas e pontos estratégicos da Vigilância Entolomógica, bem como no envolvimento da comunidade quanto aos cuidados e olhar mais atento para possíveis criadouros do mosquito.

“Xanxerê, segundo dados epidemiológicos no ano de 2018 passa a ser considerado município de médio risco de infestação. Importante ressaltar que a região Oeste do Estado, segundo Boletim da Dive, quase em sua totalidade é considerada infestada pelo Aedes aegypti”, explica.

Márcia reforça a importância da comunidade em manter os cuidados, auxiliando no combate ao mosquito para que Xanxerê a cada ano possa reduzir os focos e não figurar entre os índices de infestação no Estado.

 

 


Por: Alessandra Bagattini

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