ÁUDIO: “complexo”, diz delegado sobre caso de jovem que morreu em Xanxerê

30 de maio de 2017 11:43
Bombeiros , Comunidade , Polícia , Variedades , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
ÁUDIO: “complexo”, diz delegado sobre caso de jovem que morreu em Xanxerê Delegacia de Xanxerê (Foto: Patrícia Silva/Lance Notícias)

 

O caso de Maiara Paola Dill, que morreu na última sexta-feira (26), vem sendo acompanhado pelo Delegado de Polícia Civil Adilso Bressan, em Xanxerê. Em entrevista ao LANCENOTICIAS.com.br, o delegado descreveu o caso como “complexo”.

 

Ouça o que o delegado falou sobre o caso:

 

 

Sobre o caso:

Maiara morreu durante a madrugada, quando o Corpo de Bombeiros foi acionado, porém, ao chegar no local os socorristas já a encontraram sem os sinais vitais. Com a vítima estava apenas o seu namorado, que disse que a jovem teria se engasgado, vindo a falecer.

Porém, o caso gerou muita especulação, já que na casa onde a jovem foi encontrada haviam manchas de sangue. Ainda na sexta-feira (26), o delegado da Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCAMI) de Xanxerê, Albino de Araújo, comentou que em depoimento, o namorado da jovem disse que tentou puxar a língua da vítima, na tentativa de desafoga-la, o que causou o sangramento. Ainda neste dia, o delegado comentou que não poderia falar mais sobre o caso pois era necessário aguardar o laudo cadavérico, para saber as causas da morte.

 

 

Laudo Cadavérico

Nesta terça-feira (30), o Lance Notícias voltou a conversar com o delegado que investiga o caso, Adilso Bressan, que já está com o laudo cadavérico em mãos, mas que disse que por ora, pouco pode falar sobre o caso.

“O caso é complexo. Eu não vou entrar em detalhes sobre o laudo, por enquanto vou falar de forma genérica. O caso é muito complexo, não vou lançar mais informações do que já se tem, é um fato que casou repercussão social e nós temos que ser responsáveis nestes casos, principalmente. A gente só vai conseguir ter uma posição sobre o caso quando tivermos todos os elementos, por enquanto só temos o laudo cadavérico, precisamos do laudo do local, laudos dos exames laboratoriais que irão para Florianópolis. Então, quando tivermos todos esses laudos em mãos vamos poder falar em alguma conclusão do que aconteceu”, detalha o delegado.

Sobre os prazos para a que se tenha os resultados dos laudos restantes, o delegado também explica.

“Os exames laboratoriais levam em torno de 30 dias, os do local devem ficar prontos ainda nesta semana e estamos na fase de coleta agora”, salienta.

Algumas testemunhas já foram ouvidas, mas ninguém foi detido. “Nenhuma detenção. Por enquanto o que eu posso divulgar é isso”, finaliza.

 

 

 

 

 


Por: Patricia Silva

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