Auriculoterapia: tratamento milenar é eficaz em doenças físicas e emocionais

28 de agosto de 2019 13:54 | Visualizações: 297
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Auriculoterapia: tratamento milenar é eficaz em doenças físicas e emocionais Foto: Divulgação

Tratar doenças e melhorar a condição de saúde por meio da orelha. A auriculoterapia é um método terapêutico bastante antigo originário da China e aperfeiçoado na França. Em Xanxerê, essa modalidade é oferecida na clínica Espaço Nova Luz. A psicóloga Caroline Franceschetto Fornari trabalha com a auriculoterapia e acredita que é algo a mais para tratamentos e, ainda, uma alternativa para àqueles que não querem recorrer a medicação.

A técnica utilizada para a auriculotarapia é em uma única região do corpo, no caso a orelha, que se aplica estímulos em pontos específicos que são reflexos de determinados órgãos e sistemas do corpo. Pode-se fixar na orelha tanto sementes de mostarda como cristais ou agulhas que vão mandar um recado para o cérebro. Esses pontos terão um tratamento de seis a sete dias, podendo ser resolvido em uma ou mais sessões.

– A orelha é um microssistema que está relacionada ao macrossistema que é o nosso corpo. Esses pontos correspondem as funções do nosso corpo, seja órgãos ou a nossa condição psíquica. Quando a nossa energia se desequilibra, se desarmoniza, é que as patologias ou psicopatologias aparecem, é então que a auriculoterapia vem para complementar um tratamento – explica a psicóloga.

A auriculoterapia não tem efeito colateral e nem contraindicação. Pode ser aplicado em crianças até idosos. Conforme Caroline, casos como ansiedade, depressão, insônia e tantas outras patologias podem ser curadas através dessa técnica milenar.

– Minha formação é em psicologia e trabalho há 13 anos e a gente vê que a auriculoterapia ajuda muito as pessoas nos momentos de ansiedade, insônia, depressão e que a gente precisa de um algo a mais para o tratamento. É uma alternativa para que as pessoas não recorram a medicação, por exemplo. É muito eficaz e vai depender de cada paciente se precisar de uma ou mais sessões – explica.


Por: Carol Debiasi

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