Banco de Perucas da RFCC completa três anos em espaço próprio neste mês

12 de julho de 2016 14:43
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Banco de Perucas da RFCC completa três anos em espaço próprio neste mês Banco de Perucas da RFCC completa três anos em espaço próprio neste mês (Foto: Divulgação)

 

O Banco de Perucas da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Xanxerê iniciou há 10 anos quando aconteceu a inauguração da sede. Porém, foi em julho de 2013 que foi criado o espaço próprio junto à sede. Nesse mês, a instituição comemora o aniversário de três anos de atividades com espaço próprio.

O serviço atende mulheres com câncer de toda a região, em tratamento quimioterápico, que necessitam de perucas, lenços, chapéus e turbantes, por empréstimo ou venda. Os números atuais do banco dão conta de que as mulheres que utilizaram esse serviço até hoje eram portadoras de 18 tipos diferentes de câncer. O Banco é pioneiro no estado de Santa Catarina e atende pacientes de 18 municípios, tendo totalizado cerca de 150 atendimentos somente nos últimos três anos.

Estão emprestados 33 itens do Banco de Perucas para Vitoriosas de diversos municípios que englobam Xanxerê, Faxinal dos Guedes, Xaxim, Itá, Irani, Passos Maia, São Carlos, São Domingos, Capinzal, Maravilha, Chapeco, São Miguel do Oeste e Ouro Verde. A faixa etária das Vitoriosas que estão com itens em empréstimo é de 19 a 79 anos. Segundo a profissional do ramo de perucas, Meire Tezin, que é de São Paulo e trabalha em parceria com a Rede Feminina, comparando com o tamanho da região, a produção de perucas que são enviadas à Xanxerê é uma quantidade expressiva.

A profissional recebe os cabelos doados e segue todo o processo necessário para montar as perucas de qualidade. São utilizadas toucas ventiladas e esterilizadas, próprias para quem faz tratamento de quimioterapia. “É uma gratidão para mim, porque estou ajudando a autoestima da mulher. Só de ver o olhar delas emociona, porque hoje eu não estou passando por um processo como esse, mas posso vir a passar. Esse trabalho me faz bem e ainda por cima ver o trabalho da Rede Feminina é maravilhoso, porque a instituição não trabalha só com as perucas, mas com todos os outros serviços que dão base e força para as mulheres que passam por essa doença”, afirma.

Meire Tezin explica que a maiorias das mulheres querem o cabelo como era antes da quimioterapia. Então, no processo de buscar uma peruca sempre é a mais próxima de como era o cabelo de cada uma. (Assessoria de imprensa)


Por: Patricia Silva

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