Cada cão conta uma história: comandante do Corpo de Bombeiros coleciona cães em miniatura

29 de agosto de 2018 11:31 | Bombeiros , Comunidade , Variedades , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Cada cão conta uma história: comandante do Corpo de Bombeiros coleciona cães em miniatura (Fotos: Alessandra Oliveira/Lance Notícias)

Quem chega na sala do comandante do 14º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Xanxerê, tenente coronel Walter Parizotto, logo percebe seu amor pelos cães. Isso porque, ele cultiva uma coleção de bibelôs de cachorros.

Parizotto não sabe quantos possui, mas sabe quando falta um cachorro de sua coleção. São cães de diversas raças, modelos, materiais e tamanhos, sendo que a grande maioria foram presentes de amigos.

Ele conta que a coleção começou por acaso, pois o primeiro cão comprado por ele foi com a intenção de servir como molde para uma lembrança a quem visitasse o quartel.

“A coleção começou por acaso. Recebemos um troféu em um evento que fizemos e veio uma equipe do Uruguai e nos deu uma pequena recordação e tinha um cachorro e pensamos em fazer com um cachorro também para as pessoas que aqui vinham. Encontramos uma pessoa que fazia troféus e nos pediu um molde e eu comprei o primeiro deles para servir de molde. Mas, o desenho não estava muito bom, comprei o segundo, acabei deixando na mesa, achei bonito e comecei a comprar e também ganhar e o tempo foi passando e a coleção foi aumentando”, conta.

A coleção começou despretensiosa, mas, hoje são centenas de cachorros que ocupam espaços nas prateleiras em sua sala no quartel e também em sua casa. Além disso, Parizotto é ciumento com seus cachorros e possui um fascínio por sua coleção.

“Como toda coleção, vira um fascínio. Hoje, apurei um pouco meu gosto, prefiro os de porcelana, que tem um acabamento melhor, mas é muito difícil eu passar por um local que eu vejo um cachorro desses, principalmente as miniaturas, e não acabar comprando. Onde eu vou eu compro e ainda ganho muito de presente, tenho de diversos tipos”.

Além disso, os bibelôs também são recordações de viagens que Parizotto já fez. Mesmo sem lembrar ao certo a história de todos eles, há um cachorro da Alemanha, um dos Estados Unidos e outro de Mônaco, que são de outros países, além dos diversos cães comprados em viagens dentro do Brasil.

Dentre os preferidos, está um cachorro de porcelana que já tem mais de 50 anos. O cãozinho foi presente de sua mãe e Parizotto zela por ele com um carinho especial.

“Tem um bibelô que minha mãe me deu que tem 50 anos. Deixo ele no meio dos outros para ficar bem protegido, porque tem um sentimento grande envolvido. O preferido é o que a minha mãe me deu. Além dele ser pintado à mão é feito de porcelana, o fato de ter vindo da minha mãe também o torna bem especial. É o que eu mais cuido. Além disso, o Secretário de Estado de Saúde veio conhecer a cinoterapia no hospital e depois me mandou um cachorro. Muitos deles tem uma história de carinho”, conta.

A grande maioria dos cachorros são presentes de alunos do curso de cinoterapia e também pessoas que visitam o quartel, pelo fato de Xanxerê ser referência no trabalho com cães. A cada novo curso e visita, a coleção de Parizotto aumenta.

“Um pouco vem pelo fato do corpo de bombeiros ser referência no trabalho com cães. A grande maioria deles são recordações de alunos que me presenteiam com esses cachorros. Cada curso tem, os troféus são de cachorros. Está associado a nossa especialidade”, conclui.


Por: Alessandra Oliveira

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