Caminhoneiros negam a possibilidade de nova greve

Segundo Sampaio, as informações que circulam são da última greve que ocorreu em maio deste ano, em todo o Brasil

3 de setembro de 2018 10:00 | Comunidade , Lance Notícias , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Caminhoneiros negam a possibilidade de nova greve (Foto: Alessandra Bagattini/Lance Notícias)

Representantes das principais entidades de caminhoneiros disseram nesse domingo (02) que negociam com o governo após a alta do preço do diesel anunciada pela Petrobras. O aumento de 13% foi anunciado na última sexta (31). No sábado (1º), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que atualizará a tabela que define os preços dos fretes justamente em razão da variação no preço do combustível.

Diante disso, circulam pelas redes sociais avisos indicando que haverá uma nova paralisação, fato que segundo Paulo Cesar Sampaio, caminhoneiro, que esteve à frente das ações que ocorreram em Xanxerê, não procede.

“Não precede. Não é verídico e não está cogitado essa nova greve. A tabela de piso mínima já foi definida, é constitucional e agora não tem porque fazermos fazendo greve. De momento não há motivo”, comenta.

Ainda segundo o mesmo, as informações que circulam são da última greve que ocorreu em maio deste ano, em todo o Brasil.

“A maioria dos áudios que estão circulando é da greve anterior, mas precisamos analisar que estamos em um momento político, e tudo está se voltando aos caminhoneiros. Mas de momento isso não procede”, explica.

De acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, não há chance de paralisação entre os associados da entidade.

A Associação Brasileira dos Caminheiros (Abcam) também afirma que não apoia uma eventual nova paralisação e acrescenta que não há indicativo de nova greve por parte dos caminhoneiros. Juntas, as associações reúnem 1,5 milhão de caminhoneiros.

Segundo a Casa Civil, o Governo Federal está cumprindo o que foi combinado com os caminhoneiros em maio e continua dialogando com a categoria. Em nota, a pasta informou ainda que as ameaças de paralisação não são dos líderes que comandaram a greve há pouco mais de três meses.

 

Com informações G1


Por: Alessandra Bagattini

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