Caminhoneiros que estavam presos em nevasca na Argentina são liberados para seguir viagem

2 de julho de 2019 09:43 | Visualizações: 831
Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Caminhoneiros que estavam presos em nevasca na Argentina são liberados para seguir viagem Fotos: divulgação/ Vânio Pellizaro

Os motoristas da região que fazem a rota do Mercosul estão enfrentando uma onda de frio intenso na região da Argentina e Chile. A neve está obrigando os caminhoneiros a pararem em locais de abrigo devido as estradas estarem completamente tomadas pela neve.

Com isso, os caminhoneiros não podem seguir viagem devido a condição do tempo e as frequentes nevascas que deixam o trânsito interditado.

O caminhoneiro concordiense Vânio Pellizaro está desde a quarta-feira, dia 26, na divisa da Argentina com o Chile. Nesta segunda-feira (1º), ele conseguiu seguir a viagem. Ele é motorista da empresa Transportes Silvio e segue para o Chile.

Nas últimas horas, ele confirmou que a situação é muito difícil na divisa de Argentina e Chile. Segundo as informações, são centenas de caminhões brasileiros parados com formação de fila que ultrapassa os cinco quilômetros.

Em um vídeo encaminhado pelo caminhoneiro Vânio Pellizaro, uma máquina aparece limpando da estrada completamente tomada pela neve. Segundo ele, nesse período é muito comum esse tipo de serviço, já que não é possível seguir viagem sem a limpeza das vias.

A temperatura é negativa, sobretudo no período da noite. Durante o dia os termômetros chegam a marcar -4 graus.

O caminhoneiro de Concórdia, Cristiano Guliani, também encaminhou informações sobre a condição da neve na região do Chile e Argentina. Ele disse que nas últimas horas foi possível seguir viagem depois de alguns dias parado.

Além disso, relatou que a condição no trecho apesar de ser difícil ainda é tranquila. A comunicação é precária muitas vezes a frio é intenso. Da região há ainda motoristas de Ponte Serrada, Seara e São Miguel do Oeste.

Informações da Atual FM

 


Por: Patricia Silva

Deixe seu comentário

Saiba Mais