Cão agressivo é abatido pela Polícia Militar após atacar pessoas

23 de agosto de 2019 07:36 | Visualizações: 1584
Polícia , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Cão agressivo é abatido pela Polícia Militar após atacar pessoas

Por volta das 17h12 min, da quinta-feira (22), a Polícia Militar de Xaxim foi acionada por meio da Central de Emergência para atendimento de ocorrência de animal solto em via pública que investia contra moradores no Bairro Chagas.

No local, a guarnição avistou um cão com comportamento agressivo que investiu contra as guarnições causando danos em duas viaturas policias.

Após contato com populares, eles relataram que o animal se encontrava solto em via pública desde as 16h30min daquele dia. Durante esse período o cão atacou pessoas que passavam pelo local, inclusive, foi necessário a intervenção de populares para que o cão não atacasse uma criança de três anos.

Nessa situação, uma vizinha que viu o cão indo em direção a criança, apanhou um pedaço de madeira e desferiu golpes no animal, momento em que diversos populares retiraram a criança e demais pessoas que estavam brincando na rua.

Diante do iminente perigo a integridade física ou a vida de pessoas, as guarnições da Polícia Militar tentaram por diversas vezes conter o animal, porém, todas sem sucesso. Enquanto uma das guarnições tentava conter o animal, outra tentava localizar o responsável/proprietário do cão, que também não foi encontrado.

A residência que, em tese, o animal permanecia, se encontrava fechada e não possuía portão que impedia ou dificultasse a saída do cão.

Diante da agressividade do animal e após novas tentativas de contê-lo, a fim de resguardar a integridade física da população e da guarnição policial, foi necessário realizar o abate do cão. Até o fim da ocorrência, não havia sido localizado o responsável pelo animal.

Conforme prevê o artigo 33 da Lei de Contravenções Penais, a ação do responsável, em deixar de manter a guarda de animal perigoso em via pública colocando em perigo a segurança alheia, é passível de sanção penal.


Por: Patricia Silva

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