Caso de criança que quebrou a perna em creche de Xanxerê segue em investigação

9 de fevereiro de 2018 14:26
Comunidade , Educação , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Caso de criança que quebrou a perna em creche de Xanxerê segue em investigação Foto: Arquivo LANCE NOTICIAS.

Ainda em novembro de 2017, a Prefeitura de Xanxerê, publicou no Diário Oficial dos Municípios de Santa Catarina, uma determinação de instauração de sindicância administrativa com objetivo de apurar os fatos sobre a conduta de uma professora do Cemei Maria e João de Xanxerê. A investigação, é porque uma criança caiu na creche e quebrou a perna.

Em entrevista ao LANCENOTICIAS.com.br, a mãe da criança que prefere não se identificar comenta que nenhuma novidade em relação ao caso, foi repassada para a família. “Hoje a minha filha está bem melhor. Mas até o momento não tivemos nenhuma novidade sobre o caso. Só sabemos que está sendo investigado”, destaca.

Conforme o Art. 4º, da portaria, após a data de publicação da mesma, a comissão processante teria o prazo de 60 dias para concluir, apresentando relatório conclusivo, cujo prazo poderia ser prorrogado por igual período mediante justificativa. Já no Art. 5º, a portaria informa que o processo deveria seguir todos os procedimentos necessários para a solução do caso, e se comprovada qualquer irregularidade a comissão deverá proceder o enquadramento, no relatório conclusivo, para que sejam tomadas as providências administrativas de ordem legal.

O Promotor de Justiça da Primeira Promotoria de Xanxerê, Marcionei Mendes, destacou, em novembro de 2017, que a mãe da criança, esteve na Promotoria onde recebeu orientações sobre os procedimentos.

Em contato com a promotoria nesta sexta-feira (09), se obteve a informação que a investigação segue em sigilo, por se tratar de uma criança. A Portaria Nº AM 020/2017, está disponível no Diário Oficial dos Municípios.

A Secretária de Educação do Município, Claudia Fávero, destaca que não se tem mais detalhes sobre o caso, uma vez que as informações só são repassadas após a conclusão do processo que é realizado pela comissão.


Por: Alessandra Bagattini

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