Centro de Triagem: convênio termina no fim deste ano e Funasa ainda não liberou o projeto

4 de junho de 2019 11:58 | Visualizações: 95
Obras , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Centro de Triagem: convênio termina no fim deste ano e Funasa ainda não liberou o projeto Foto: Divulgação

Os recicladores das duas associações do município aguardam ansiosos pela construção de um Centro de Triagem no município, que será um local adequado para o trabalho dos recicladores. Hoje, eles estão em um barracão alugado pela Prefeitura.

Há um prazo de vigência do convênio que liberou os recursos para a construção que se encerra em 31 de dezembro deste ano. Diante disso, a Administração segue cobrando uma posição da Funasa, que é o órgão que deve aprovar o projeto.

– O projeto está na Funasa para avaliação, porque precisamos que eles nos autorizem para podermos licitar. Estamos cobrando, pois tem um prazo final de vigência do convênio, que é 31 de dezembro deste ano, então esperamos que até o fim desse semestre eles liberem o projeto para podermos licitar e fazer a obra dentro da vigência do convênio – comenta o assessor jurídico da Prefeitura, Fernado Dal Zot.

O Centro de Triagem deve ser construído no loteamento Bem Morar II, no Bairro São Jorge. Assim que essa informação foi divulgada, houve uma mobilização dos moradores que se diziam contra a construção dessa obra no local. Ademais, segundo Dal Zot, foi realizada uma reunião com a comunidade para esclarecer os fatos.

– Conversamos com os moradores da localidade e a reunião foi positiva para esclarecer as coisas. O que eles queriam era um olhar para aquele bairro novo do que propriamente a questão relacionada ao centro de triagem se instalar lá, mas eles diziam que isso iria potencializar outros problemas lá, mas quando nos comprometemos a dar mais uma atenção para lá e dissemos que vamos resolver os problemas, eles compreenderam – destaca.

O recurso que será investido na construção é de R$323 mil da Funasa, sendo que R$6,6 mil é de contrapartida da Prefeitura de Xanxerê.


Por: Alessandra Oliveira

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