Cinco casos de contato com a lagarta taturana são registrados em Xanxerê

9 de fevereiro de 2018 15:52
Comunidade , Saúde , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Cinco casos de contato com a lagarta taturana são registrados em Xanxerê Foto: Divulgação

A região Oeste de Santa Catarina é umas das que mais registra casos de contato com taturanas no Estado. Os fatores que continuem para que isso acontece é a vegetação e o clima que colaboram para que os animais se proliferem facilmente.

A Gerencia de Saúde de Xanxerê já registrou neste ano, oito casos, sendo eles dois em São Domingos, um em Galvão e os outros cinco em Xanxerê. Ângela Cenzi, bióloga explica que ao encostar em uma taturana o indicado é procurar uma Unidade de Saúde o mais rápido possível.

“É sempre indicado que a pessoa que encostou em uma lagarta taturana se dirija a uma Unidade de Saúde o mais rápido possível para iniciar o tratamento, pois a lagarta tem o veneno bem forte, não há necessidade de levar a lagarta junto”.

A bióloga ainda explica que não é indicado destruir com a colônia das lagartas. “Nós indicamos que a população não destrua, ou não queime a colônia delas, pois elas têm a necessidade de fazer o veneno delas. O indicado é que comunique o município, ou a Gerencia de Saúde para que ocorra o recolhimento dessas lagartas, para mandar Instituto Butantan e assim produzir o soro contra o próprio delas”.

A recomendação é de utilizar equipamentos de proteção, calças e camisas com mangas compridas quando for limpar o jardim. Outra dica é pintar o tronco das árvores de branco para visualizar mais fácil.

A espécie Lonomia oblíqua, que tem seis centímetros e linhas verdes, branca e marrom, além de espinhos verdes em forma de pinheirinho, libera um veneno ao ser tocada, provocando queimaduras na pele e que podem provocar hemorragia. O primeiro sintoma é ardência e dor. Ela provoca uma mancha no local e pode evoluir para náuseas, vômito e dor generalizada e período de maior risco vai de novembro a maio.


Por: Alessandra Bagattini

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