Cofres produzidos em Xanxerê abastecem mercado de todo o país

25 de julho de 2018 13:59
Variedades , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Cofres produzidos em Xanxerê abastecem mercado de todo o país Loacir Celi, empresário xanxerense (Foto: Patrícia Silva/Lance Notícias)

Desde 1972 Loacir Angelo Celi atua em Xanxerê no ramo da produção de cofres. Essa era a maior demanda na empresa, que já chegou a exportar o seu produto, mas hoje, com baixa procura pelo artefato, precisou se reinventar e aumentar o seu leque de ofertas.

“Chegou um momento em que eu precisava fazer algo novo, então, abri a minha empresa. Na época a procura era muito boa, hoje em dia eu não investiria mais nessa área. Mas, com o tempo e até mesmo pedido dos clientes precisamos aumentar o nosso leque de produtos e começamos a fabricar também armários, produtos para escritório. O pessoal fala muito na fábrica de cofres do Celi, mas hoje, os cofres significam cerca de 5% do nosso faturamento”, comenta

Celi relembra como foi o começo da empresa no município de Xanxerê.

“Sempre tivemos uma qualidade razoável, que agradava o público. Antigamente, se colocava até a fotografia dentro do cofre, hoje em dia, não tem fotografia. Graças a nossa diversificação estamos nos mantendo no mercado, mas tem sido difícil. Nós pegamos um funcionário nosso fomos a Ponta Grossa, a São Paulo e procuramos aprender lá, como faz, e sempre fomos bem recebidos. Nós éramos clientes dessas fábricas e eles nos passaram o conhecimento. Hoje a cada um, dois anos, vamos para o exterior conferir o que há de mais moderno na fabricação de cofres. Qualquer tipo de cofre que precisar fazer, nós fazemos”, salienta.

Ele destaca ainda que o cofre saiu das graças do povo, mas que o produto é bastante procurado por instituições de todo o país.

“Cofre é algo mais barato que tem, hoje se compra um cofre de um metro por R$ 2 mil. E cofre é algo que se passa de pai para filho. Hoje nossos maiores clientes são bancos, empresas de segurança. Vendemos para todo o Brasil e na época em que o dólar estava bom vendíamos para Paraguai e Argentina.

 


Por: Patricia Silva

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