Confira dicas para evitar a gripe

14 de maio de 2016 14:00
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Confira dicas para evitar a gripe Dicas para evitar a gripe (Foto: Divulgação)

 – Cubra a boca e o nariz com um lenço quando tossir ou espirrar.

–  Coloque o lenço usado no lixo.

–  Se não tiver lenço, tussa ou espirre no seu antebraço, não em suas mãos, pois elas são veículos de transmissão.

–  Limpe as mãos depois de tossir ou espirrar, lavando-as imediatamente.

–  Lave as mãos com água e sabão frequentemente, secando-as com papel toalha descartável.

–  Evite sair de casa enquanto estiver com sintomas de gripe.

– Mantenha-se distante de locais com aglomerações de pessoas;

–  Adote hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e a ingestão de líquidos.

 O que evitar?

–  Evite ambiente onde houver aglomeração de pessoas;

–  Mantenha os ambientes ventilados;

–  Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e outros objetos de uso pessoal;

–  Lave as mãos com água e sabão frequentemente. Quando não for possível, faça uso de álcool gel.

Vacina

A vacina é capaz de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus influenza reduzindo o agravamento da doença. A estratégia de vacinação na rede pública de saúde foi sendo ampliada pelo Ministério da Saúde e, atualmente, a vacinação é indicada para indivíduos com 60 anos ou mais de idade, crianças com idade de 6 meses a menor de 5 anos, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto), profissionais de saúde, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional, povos indígenas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (conforme listagem definida pelo Ministério da Saúde com sociedades científicas).

Grupos prioritários para a vacinação:

– Crianças de seis meses a menores de cinco anos: todas as crianças que receberam uma ou duas doses da vacina influenza sazonal em campanhas anteriores, devem receber apenas uma dose em 2016. Também deve ser considerado o esquema de duas doses para todas as crianças que serão vacinadas pela primeira vez, incluindo as portadoras de doenças crônicas com até nove anos de idade. A segunda dose deverá ser agendada para 30 dias após a 1ª dose.

– Gestantes: todas as gestantes em qualquer idade gestacional. Para o planejamento da ação, torna-se oportuno a identificação, localização e o encaminhamento dessas para a vacinação nas áreas adstritas sob responsabilidade de cada serviço de saúde dos municípios. Para este grupo não haverá exigência quanto à comprovação da situação gestacional, sendo suficiente para a vacinação que a própria mulher afirme o seu estado de gravidez.

– Puérperas: todas as mulheres no período até 45 dias após o parto estão incluídas no grupo alvo de vacinação. Para isso, deverão apresentar documento que comprove a gestação (certidão de nascimento, cartão da gestante, documento do hospital onde ocorreu o parto, entre outros) durante o período de vacinação.

– Trabalhador de Saúde: todos os trabalhadores de saúde dos serviços públicos e privados, nos diferentes níveis de complexidade.

– Povos indígenas: toda população indígena, a partir dos seis meses de idade. A programação de rotina é articulada entre o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a Secretaria de Atenção à Saúde Indígena (SESAI).

– Indivíduos com 60 anos ou mais de idade deverão receber a vacina influenza.

– Pessoas portadoras de doenças crônicas e outras condições clínicas especiais independem da idade, (conforme indicação do Ministério da Saúde em conjunto com sociedades científicas). A vacinação deste grupo deve ser realizada em todos os postos de vacinação. No entanto, mantém-se a necessidade de prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina, que deverá ser apresentada no ato da vacinação.

– Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas deverão receber a vacina influenza.

– População privada de liberdade e funcionários do sistema prisional: o planejamento e operacionalização da vacinação nos estabelecimentos penais deverão ser articulados com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde e Secretarias Estaduais de Justiça (Secretarias Estaduais de Segurança Pública ou correlatos), conforme Plano Nacional de

 

 


Por: Patricia Silva

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