Crianças participam de espetáculo de contação de história no Museu do Milho

23 de agosto de 2018 10:21
Comunidade , Cultura , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Crianças participam de espetáculo de contação de história no Museu do Milho (Fotos: Alessandra Oliveira/Lance Notícias)

Na manhã desta quinta-feira (23), o Museu do Milho de Xanxerê, localizado no Parque da Femi, recebeu a visita de cerca de 20 crianças de uma escola de Bom Jesus (SC) para participar de um espetáculo de contação de histórias.

As crianças puderam prestigiar o espetáculo “Eu te benzo, Eu te curo”, com o grupo teatral Piliquinha, da cidade de Concórdia (SC).

Conforme a diretora de ações culturais, Agnetes Barfknecht, durante a programação do Agosto Cultural, foi pensando em três momentos para levar as pessoas até o museu, com espetáculos destinados para pessoas de diversas idades.

“Todas as interações que fizemos são para adultos, jovens, crianças, pessoas de todas as idades. O mês cultural ainda não acabou, mas teve bastante atividades. No museu, tivemos dois espetáculos na última semana, por intermédio do Sesc e esse de hoje é do Departamento de Cultura”, comenta.

As duas atrizes que contracenam durante a contação da história levaram diversão e conhecimento às crianças.

 

Sobre o espetáculo

O espetáculo “Eu te benzo, Eu te curo” tem como tema central a tradição das práticas de benzimento. Baseado em histórias reais, conta episódios da vida de uma benzedeira muito conhecida no Oeste catarinense.

Com o poder da benzedura e o conhecimento sobre ervas e chás, Dona Nena ajuda muita gente a alcançar a cura para seus males. Porém, não consegue curar sua própria família. A montagem intenta mostrar ao espectador contemporâneo o conceito e a significância desta cultura popular milenar. As benzedeiras encaram seu ofício como um serviço assumido por tradição e em resposta às necessidades da comunidade.

A Contação “Eu te Benzo, Eu te Curo” teve sua pesquisa e montagem premiada pelo Ministério da Cultura Prêmio Culturas Populares – 100 anos Mazzaropi.


Por: Alessandra Oliveira

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