Escola de Lajeado Grande vence Prêmio Escola Cidadã da Fundação Auri Bodanese

1 de dezembro de 2016 07:33
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Escola de Lajeado Grande vence Prêmio Escola Cidadã da Fundação Auri Bodanese Como prêmio, a escola recebeu um televisor e o certificado de Escola Cidadã. Concorreram ao prêmio 23 escolas de Santa Catarina. (Fotos:Divulgação)

A Escola de Educação Básica Professora Antonia Gasino de Freitas de Lajeado Grande foi a vencedora do Prêmio Escola Cidadã, realizado pela Fundação Auri Bodanese, mantida pela Aurora Alimentos. O prêmio tem o objetivo de valorizar e premiar projetos sócio ambientais desenvolvidos por instituições de ensino visitadas pelo programa “A Turminha da Reciclagem”. Além disso, o prêmio visa estimular o investimento na sensibilização ambiental, fazendo com que a escola, alunos e comunidade, sejam parceiros nas tarefas desenvolvidas diariamente sobre a sustentabilidade.

A diretora da escola, Silvana da Silva Pereira, explica que o prêmio é resultado de muito trabalho e valorização de todo o esforço. “Trabalhamos bastante. É uma compensação. Foi gratificante, pois a nossa escola fez a diferença. O prêmio é a valorização do nosso trabalho”, explica.

Entre as ações que levaram a Escola a receber o prêmio está a repaginação do ambiente externo da escola com canteiros de flores, confecção de pássaros ornamentais utilizando pneus, confecção de mesas e bancos que são utilizados para atividades de aprendizagem ao ar livre, horta escolar, distribuição de garrafas de água individuais, palestra de conscientização ao combate à dengue entre os alunos e estendida à comunidade, incentivo a reciclagem, instalação de lixeiras para separação correta do lixo, plantio de pipoca orgânica que depois foi consumida pela própria comunidade escolar, mapeamento das espécies de plantas existentes na mata destinada a preservação ambiental permanente da escola e outras ações interdisciplinares.

Todas as atividades foram desenvolvidas relacionadas com as disciplinas. Na de ciências, por exemplo, os alunos estudaram sobre as plantas medicinais e construíram uma hora medicinal. A comunidade apoiou com as mudas de chás. A hora é utilizada hoje como medicina alternativa.

Conforme Silvana, a maioria dos alunos reside no interior e tem a agricultura como fonte de renda. Além disso, os alunos que residem na cidade têm raízes fixadas no interior. “Percebemos que era preciso incentivar o trabalho com a terra, tornando-os multiplicadores de boas ações ambientais. Isso aprendendo a produzir alimentos para a população de forma agroecológica, com produtos de origem orgânica, sem o uso de agrotóxicos, cuidando do solo e do meio ambiente”, destaca. (Assessoria de Imprensa).

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Por: Alessandra Bagattini

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