Está endividado? Economista dá dicas para sair do vermelho

17 de outubro de 2016 10:25
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Está endividado? Economista dá dicas para sair do vermelho Está endividado? Economista dá dicas para sair do vermelho (Foto: divulgação)

 

Se você perdesse o seu emprego hoje, por quanto tempo conseguiria se manter com suas reservas?

Esta pergunta foi feita pelo economista Celito Pandolfi, com o intuito de estimular a economia e a reserva de dinheiro. Hoje, a grande maioria da população encontra-se endividada e o economista afirma que muitas vezes isso acontece por atos impulsivos, entenda:

“Todo o endividamento acontece por um impulso ou por uma história. As compras podem ser divididas em urgente, que é tudo aquilo que você precisa comprar, como alimento, remédio, água, luz; e o importante que tudo aquilo que você acha importante comprar, mas não é uma necessidade vital, como um carro novo, um celular, um calçado de marca”.

 

Comprometer 30% do orçamento com dívidas

Levando em consideração as dicas já dadas, de: ter uma reserva e classificar suas compras em urgente e importante, o economista ainda salienta que é necessário comprometer apenas 30% do seu orçamento com dívidas fixas, como prestação de carro, casas ou financiamentos.

“Hoje você se mantém no teu emprego se você dá lucro. A empresa só contrata se você for bom, senão a possibilidade de conseguir emprego é muito menor. Isso reforça a importância de você ter uma reserva em caso de emergência, como a perda do emprego”, diz.

 

Como sair das dívidas?

  1. Negociação: Se a dívida é com o cartão de crédito ou cheque especial, estes devem ser negociados pois existem as maiores taxas de juros do mercado. “Hoje todas as instituições estão abertas a negociação, isso por que a nossa moeda tem valor. Não é tirar de uma instituição e pagar outra, pelo contrário, é sentar e negociar com plano que você conseguirá pagar”.
  2. Pesquise na hora da compra: Se a compra é urgente, a melhor opção ainda é pesquisar, é comum encontrar o mesmo produto com preços diferentes no mercado, “nós somos capazes de pagar limão a R$10,00 ao quilo isso é um absurdo”.
  3. Venda algum bem: “Se você tem um bem sobrando, seja um carro, um terreno, venda um. Isso vai ser ótimo, o caminho é esse. Se você tem dois veículos em casa, você não precisa de dois. Este é o grande ensinamento, não adianta ficar apegado a um bem”.

 

 

 

 

 


Por: Patricia Silva

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