Estudante xanxerense conta sobre experiência de intercâmbio em Portugal

11 de julho de 2018 19:22
Comunidade , Educação , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Estudante xanxerense conta sobre experiência de intercâmbio em Portugal (Fotos: Arquivo Pessoal)

O xanxerense Guilherme Bruschi, de 18 anos é estudante do Curso Técnico em Informática Integrado em Ensino Médio do campus de Xanxerê do Instituto Federal de Santa Catarina e há pouco tempo atrás passou por uma experiência única como estudante. Guilherme passou três meses na cidade de Porto, em Portugal, durante um intercâmbio.

Conforme o estudante, o IFSC oferta todos os semestres algumas vagas para que os estudantes tenham a oportunidade de trabalhar em um projeto de pesquisa, inovação ou estágio em instituições de ensino estrangeiras. No caso de Guilherme, ele foi para o Instituto Politécnico do Porto.

“Eu fiquei muito feliz quando fui selecionado, obviamente, mas como eu já havia tentado uma vez antes de ser selecionado, também fiquei pensando no que eu poderia fazer para que mais pessoas pudessem ter contato com as experiências que eu tive”, comenta.

Diante disso, o IFSC promoverá uma atividade de socialização sobre a experiência do intercâmbio para que os alunos possam conhecer como tudo funciona.

“Haverá uma atividade de socialização sobre a experiência do intercâmbio no início do próximo semestre, voltada para os estudantes do IFSC. Mas eu também percebi a qualidade do ensino, da pesquisa e da inovação do IFSC, porque, basicamente, você não precisa do intercâmbio para aplicar seus conhecimentos da área técnica, o que foi uma das maiores motivações em participar do intercâmbio”, destaca.

Durante a estadia em Porto Guilherme teve a oportunidade de conhecer outras culturas através do contato com estudantes de outros a países. Durante o tempo de intercâmbio Guilherme trabalhou em um projeto de desenvolvimento de uma plataforma web para a submissão de imagens médicas.

“Eu fiquei três meses na cidade do Porto, hospedado numa casa com pessoas de outros lugares do mundo. Eu acho que só isso já foi incrível, ter contato com pessoas de outros lugares, com outros costumes. A questão dos estudos é inusitada, porque isso é algo que eu nunca tinha visto num intercâmbio: eu não estudava. O PROPICIE, que é um dos programas de intercâmbio do IFSC, consiste na pesquisa e na aplicação dos seus conhecimentos técnicos. Ou seja: eu passei 3 meses trabalhando num projeto relacionado a área de informática”, explica.

O estudante destaca que um dos maiores desafios enfrentados foi ficar longe dos amigos e família, mas que aprendeu também a conviver e dar valor para as amizades que construiu durante a experiência foram do Brasil

“Ficar longe dos amigos e da família foi a pior parte, foi difícil até eu aprender a curtir os passeios e os momentos sozinhos. Eu agradeço porque todos mantinham contato comigo, então eu acabei não me sentindo sozinho. E é claro que as amizades que eu fiz lá também foram fundamentais: com os outros estudantes, de outros câmpus, e com as pessoas de lá. Em relação aos costumes e à língua eu não tive problemas. Creio que tem, realmente, muita coisa em comum entre a cultura portuguesa e a brasileira, e o mais chocante é que as coisas que eu não achava nada brasileiras como salgado de padaria, bolo molhadinho, entre outros, na verdade são muito brasileiras, pois não encontrei em nenhum local por lá”, conta.

Por fim, Guilherme destaca que recomenda eu os estudante busquem por intercâmbio e novas experiências.

“Eu recomendo não só o intercâmbio, eu recomendo o IFSC como um todo. É simplesmente incrível que no Brasil hajam instituições tão incríveis quanto os Institutos Federais. Para quem quer ter a experiência do intercâmbio, o IFSC proporciona isso; pra quem gosta de pesquisa científica, o IFSC proporciona isso; pra quem gosta de projetos sociais que visem o bem da comunidade, o IFSC proporciona isso”, conclui.


Por: Alessandra Oliveira

Deixe seu comentário

Saiba Mais