Informações repassadas aos recenseadores para Censo Agropecuário são para fins do IBGE

29 de novembro de 2017 11:07
Comunidade , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Informações repassadas aos recenseadores para Censo Agropecuário são para fins do IBGE Foto: Divulgação

Recenseadores que atuam em Xanxerê, para o Censo Agropecuário 2017, seguem um cronograma de visitação nas comunidades com a finalidade de coletar informações sobre área, produção, características do pessoal ocupado, emprego de irrigação, uso de agrotóxicos e outros temas. Para isso, a coordenação solicita a colaboração dos agricultores, que prestem informações corretas e recebam os recenseadores, que estão devidamente capacitados e credenciados.

A coleta de dados iniciou em outubro e se estende por cinco meses, encerrando em fevereiro de 2018. O posto de coleta do IBGE em Xanxerê está localizado anexo a Secretaria Municipal de Agricultura e, conta com dez recenseadores. O trabalho já foi concluído nas linhas Invernada Grande, Perau das Flores, Pesqueiro do Meio, Aterro Alto e São Paulo. Está em andamento, com previsão de dez dias, atuar nas linhas Faxinal do Irani, Rodrigues, Cambuinzal, Santa Rosa, Pesqueiro de Cima, Medianeira e Barro Preto. E, com previsão de serem realizados de sete a 15 dias, nas linhas Serrinha, Baliza, Passo Trancado e São Sebastião.

A coordenadora de subárea do Censo Agropecuário 2017, Cristiane Lazzarin, salienta a importância dos agricultores receberem os recenseadores. “Os recenseadores estão devidamente treinados e identificados, para maior segurança pode ser comprovado o cadastro através do telefone 0800-721-8181. Pedimos que sejam prestadas informações corretas, as quais serão utilizadas única e exclusivamente para fins estatísticos e jamais são passadas a qualquer outro órgão governamental ou privado”, garante.

Todos os dados coletados, mais tarde, poderão auxiliar o produtor em acesso a melhores linhas de crédito, programas de desenvolvimento agrário em nível municipal estadual e federal, além de outros benefícios.

 


Por: Alessandra Bagattini

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