Jovem Mexicana conta experiência de intercâmbio em Xanxerê

27 de maio de 2016 16:19
Comunidade , Cultura , Variedades Compartilhar no Whatsapp
Jovem Mexicana conta experiência de intercâmbio em Xanxerê Mexicana faz intercâmbio em Xanxerê. (Foto: Alessandra Bagattini/ Lance Notícias)

Amy Ruth Álvarez Pérez, uma jovem de 21 anos está fazendo um intercâmbio no Brasil, mais especificamente em Xanxerê. Ela vem de Ensenada – Baja Califórnia no México. Ela está no Brasil desde de fevereiro e ficará em Xanxerê até seis de junho, depois ela viaja para conhecer outros lugares como Curitiba, Florianópolis e Rio de Janeiro. A mexicana destaca que o maior o que mais sente falta é da pimenta na comida.

No México ela cursa arquitetura, e aqui em Xanxerê onde está recentemente, ela cursa arquitetura, engenheira civil e design. Ela comenta é que muito interessante, fala que é tudo muito parecido com o estudo de lá, ela imaginou que haveria coisas mais distintas, mas é tudo muito parecido. Algo diferente que existe é que no intervalo da faculdade ela sai para nadar, pois a universidade em que estuda fica de frente para o mar, no México.

Ela fala que a mentalidade das pessoas daqui é muito diferente, “lá são todos muitos humildes, não se importam com vestimentas, usam “chinelo” para ir a faculdade é algo bem liberal não estamos acostumados a se arrumar, acho que nosso estilo é mais hippie para mim isso foi um choque cultural”, complementa Amy.

Uma coisa bem diferente é o trânsito, ela relaciona que no Brasil existem muitas normas de segurança, lá um carro que é para cinco pessoas podem andar em dez, mesmo que seja para andar em rodovia.

“Aqui é tudo muito parecido principalmente a cultura, todos são muitos hospitalares, mas lá é um pouco mais, eles colocam as pessoas acima de tudo. Onde eu moro é tudo muito tranquilo, aqui eles gostam das opiniões das pessoas, e lá cada um tem um jeito de ser. Onde eu moro é como uma aldeia, e não é perigoso como aqui. Não tem bandidagem, você pode andar tranquilo pela rua, outra diferença é a que as mulheres daqui gostam muito de limpeza, não que lá não limpamos, mas aqui elas priorizam isso. Aqui as pessoas têm seus horários e estão sempre muito ocupados com seu trabalho, lá é diferente, podemos fazer muitas coisas durante ao trabalho. O México é muito grande tem praias, bosques, desertos, existe culturas dentro de culturas. Não existe pessoas iguais, já aqui as pessoas são muito parecidas” Comenta Amy.

Algo que ela acha engraçado é quando ela fala em México todos pensam em tequilas, mas confirma que o mais consumido é a cerveja “mais, muito mais cerveja” complementa.

Ela comenta que não sente saudade de casa apesar de amar muito eles, “quando você está de bem consigo mesmo e com Deus em seu coração, não existe espaço para saudade, algo que sinto muita falta é das comidas principalmente da pimenta lá tudo tem pimenta, aqui tem, mas esses molhos de pimenta são muito fracos. Agora eu fico triste porque me acostumei com tudo, e já está na hora de ir embora, esta é a parte difícil de fazer um intercâmbio, por que você faz uma nova vida, novas amizades, cria uma nova família, ai quando percebe está na hora de voltar. Isso é difícil” Finaliza Amy.

 


Por: Alessandra Bagattini

Deixe seu comentário

Saiba Mais