Lei do Farol ligado: em Xanxerê cobrança acontece apenas nas rodovias estaduais

20 de outubro de 2016 14:03
Comunidade , Polícia , Trânsito , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Lei do Farol ligado: em Xanxerê cobrança acontece apenas nas rodovias estaduais Lei do Farol ligado: em Xanxerê cobrança acontece apenas nas rodovias estaduais (Foto: Divulgação)

 

Se recorda da lei do farol ligado nas rodovias, que multava motoristas se estivessem com os faróis desligados? Pois bem, a lei foi suspensa ainda em 2 de setembro. Mas, um ofício com o novo entendimento foi enviado pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) aos órgãos de trânsito nesta quarta-feira (19). Ou seja, as multas voltaram a ser emitidas em todo o país.

 

Rodovias Federais

Em contato com a Delegacia da PRF de Chapecó, responsável pela cobertura do trecho do qual Xanxerê faz parte, se teve a informação de que por hora eles não foram informados da mudança e que não estão multando ainda.

“Ainda não recebemos nenhuma orientação quanto à mudança, portanto, seguimos sem multar os condutores. Mas, a nossa orientação é para que os condutores mantenham seus faróis ligados, eles garantem maior visibilidade e está comprovado que reduzem o número de acidentes”, comenta o inspetor Lorenzzon.

 

Rodovias Estaduais

Já nas rodovias estaduais a situação é diferente. O Sargento Kessler, responsável pelo Posto da Polícia Militar Rodoviária Estadual, posto de Bom Jesus, comenta que nas  SCs a fiscalização não paralisou em nenhum momento.

“Nós estamos continuando a fiscalizar por que as nossas rodovias estão sinalizadas de acordo como prevê o plano rodoviário estadual, ou seja, se entrar no Parque da Femi, na SC-480 em direção a Bom Jesus, logo no inicio terá uma placa com ‘SC-480, Deinfra, Rodovia Rovilho Bortoluzzi’, a cada quilômetro tem uma placa, ou seja nós estamos em vigor. Santa Catarina foi o primeiro estado do Brasil a se adequar ainda em 2013. Desta forma, nas rodovias estaduais é obrigatório sim o uso do farol ligado”, explica o sargento.

 

 


Por: Patricia Silva

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