Obra da Escola Padrão do Bairro Leandro segue no cronograma, mas deve ser concluída em 2019

17 de agosto de 2018 11:06
Variedades , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Obra da Escola Padrão do Bairro Leandro segue no cronograma, mas deve ser concluída em 2019 Foto: Patrícia Silva/Lance Notícias

A empresa Paloma Construções Eireli, de Chapecó, está realizando os trabalhos de construção da Escola Padrão do Bairro Leandro, de Xanxerê. Essa empresa venceu a segunda licitação, após a obra ficar abandonada por mais de três anos. Porém, a expectativa é que o novo prazo também seja estourado.

Os trabalhos foram retomados em abril e estão em andamento. De acordo com a Secretário de Obras, Rivael Freschi, a obra está dentro do cronograma, mas a liberação de recurso pode atrasá-la.

“As obras estão em andamento, o prazo é até março para concluir. Ela está no cronograma normal, não está atrasado, esperamos concluir dentro do prazo. Mas, estamos com duas medições atrasadas, talvez atrase por questão financeira”, comenta.

A primeira ordem de serviço para a construção da escola, foi assinada ainda no dia 12 de maio de 2015. A previsão da empresa era que a obra ficasse pronta dentro de nove meses, o que não aconteceu. A escola irá contar com 12 salas de aula destinadas ao ensino fundamental.

A instituição vai atender a comunidade do Bairro Leandro, Nossa Senhora de Lourdes, Vila União e Bortolon. Além das 12 salas de aula serão construídas no local, laboratórios de informática e ciências, auditório, sala de grêmio estudantil, sala de professores, sala de direção, secretaria escolar, almoxarifado, cantina e ginásio de esportes.

 

 

Nome da escola

Quando estiver pronta, e for inaugurada, a escola levará o nome da xanxerense Janete Cassol. O projeto de lei foi indicação do vereador Adriano de Martini (PT), Lei nº 3734/2015, sancionada ainda em 2015.

Janete Cassol foi uma jovem xanxerense que no ano de 1988 foi brutalmente assassinada e o crime não teve solução, absolvendo o acusado por falta de provas. Ela era uma religiosa e sindicalista e possuía muitos amigos. Quando o crime ocorreu toda a região se solidarizou.

 

 

 


Por: Patricia Silva

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