Passageiros e comerciantes pedem por melhorias e mais segurança na rodoviária

27 de agosto de 2018 18:46
Comunidade , Obras , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Passageiros e comerciantes pedem por melhorias e mais segurança na rodoviária Fotos: Alessandra Bagattini/Lance Notícias

A situação do Terminal Rodoviário Sady Cavalheiro Marinho de Xanxerê, continua gerando incômodo para comerciantes, passageiros, taxistas e população em geral. Além de reformas na estrutura, o que se pede é mais segurança e limpeza no local.

Nelci Baldisera, que trabalha no restaurante situado na rodoviária, destaca que tem dias em que a situação é complicada.

“O que mais pesa é as pessoas bêbadas aqui, a sujeira e mal cheiro que deixam, cobertas, os papelões e isso estraga a imagem de toda a rodoviária. Para nós comerciantes é muito ruim. Os banheiros estão sempre sujos e também falta uma boa reforma. E mais segurança, porque os guardas que estão aqui não fazem muita coisa. Eu acho que aqui precisa mudar muito, muito mesmo”, destaca.

Um taxista do local, que prefere não se identificar, comenta que é necessária uma solução para o local. “Nós sabemos que é um local público, mas algo precisa ser feito. Sabemos também que a promotoria está cuidando disso também, esperamos que algo seja feito em breve”.

No início deste mês, o promotor de justiça Marcos Augusto Brandalise, destacou que os serviços de execução dos projetos para a abordagem dos moradores, estão adiantados. Já foram definidos quem faz o recolhimento dos moradores, quando eles apresentam riscos a própria saúde e, também, foram definidas algumas sequências de atividades a serem realizadas. O que aguarda a definição é: para onde os moradores de rua, ou pessoas em situação de rua, que forem recolhidos pelo Samu, serão levados para receber atendimento médico.

Em relação as reformas no local, em junho deste ano, o Secretário de Obras do Município, Rivael Freschi, informou que reforma completa da Rodoviária de Xanxerê será realizada no próximo ano e que no momento são feitas apenas ações paliativas.


Por: Alessandra Bagattini

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