PM de Xanxerê reforça a importância do uso da seta no trânsito

20 de setembro de 2018 18:29
Comunidade , Trânsito , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
PM de Xanxerê reforça a importância do uso da seta no trânsito Foto: Divulgação

Grande parte dos motoristas não utilizam a seta ao mudar de faixa na rodovia ou até mesmo para indicar o local para onde pretende ir. Mas você sabia que que esta ação é considerada como infração de trânsito grave e cabível de multa?

De acordo com o subcomandante da 4º Companhia de Polícia Militar de Xanxerê, 2º tenente Rafael Forchesatto, a falta de atenção e respeito às leis de trânsito estão entre as principais causas de acidente de trânsito.

“É muito importante sinalizar todas as manobras e intenções no trânsito. Dar a seta no trânsito, indicando a direção que pretende ir é fundamental. Devemos agir defensivamente. Além disso não indicar a direção que pretende ir é considerada infração de trânsito, prevista no Art. 196 do Código Brasileiro de Trânsito”, comenta.

O Art. 196., diz que: deixar de indicar com antecedência, mediante gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção do veículo, o início da marcha, a realização da manobra de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de circulação é considerada infração grave com penalidade de multa.

O subcomandante frisa ainda que é importante que o condutor além de sinalizar com a seta para o lado pretendido, o produtor precisa estar atento ao espelho retrovisor para verificar se o veículo que está atrás percebeu a ação pretendida; verificar se tem pedestre próximo e se ele percebeu a intenção de mudança de direção e se certificar, com frequência, se as luzes indicadoras estão queimadas.

“O indicado é ligar a seta indicadora 50 metros ou cinco segundos antes de efetuar a manobra. Sempre olhe para onde está indo e não vire ou mude de faixa se não for seguro. Ao dar seta, mantenha sempre uma mão no volante. Somos os responsáveis pelos nossos atos no trânsito e ter consciência clara disso é um dos caminhos para a reversão do triste cenário no Brasil”, conclui.


Por: Alessandra Bagattini

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