Professor de Capoeira Angola de Xanxerê visita a Bahia em busca de conhecimento sobre cultura popular

23 de janeiro de 2019 07:42
Cultura , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Professor de Capoeira Angola de Xanxerê visita a Bahia em busca de conhecimento sobre cultura popular Foto: arquivo pessoal

O profissional de Capoeira Angola Adriano Vittorazzi, conhecido no universo da capoeiragem como contramestre Falamansa esteve na Bahia, no mês de janeiro, em busca de mais conhecimentos referente a Cultura Popular.

Visitou os núcleos dos Angoleiros do Sertão em Feira de Santana e de São Tomé de Paripe, onde por meio do Mestre Claudio Costa e dos seus alunos teve a oportunidade de vivenciar diversas manifestações culturais e brincadeiras populares como o Quebra Pote, Saída do Boi, Samba Rural, Dança Afro, Maculelê, Capoeira Angola, entre outras atividades.

Falamansa atua na região desde 1998, através do Centro Cultural e Artístico Resistência Popular, desenvolvendo um trabalho com a Capoeira na Rua e núcleos particulares. Atua ainda nos Programas Socioeducativos de Xanxerê, Xaxim e Bom Jesus, além de possuir alunos que atuam no município de Faxinal dos Guedes, Ipuaçu, Curitibanos e São Cristóvão do Sul, em Santa Catarina.

– A Capoeira Angola é o nosso carro chefe, mas junto buscamos desenvolver diversas outras atividades culturais, artísticas e de lazer. Nos propomos trabalhar com responsabilidade cultural, desenvolvemos nossas atividades em busca da transformação sociocultural dos nossos alunos e alunas, possibilitando a essas crianças, adolescentes e adultos uma nova perspectiva de vida, transformando-os em cidadãos de bem e que ajudaram de forma digna na construção da nossa sociedade. Todo o profissional que se dispõe a pesquisar, preservar, produzir e ensinar cultura, precisa estar em constante contato com os mestres mais experientes e que detém a sabedoria popular. É fundamental e de extrema necessidade vivenciar esses momentos, pois a cultura é vivência e só quem tem vivência tem credibilidade ao ensinar – conta.

 


Por: Patricia Silva

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