Projeto do IFSC de Xanxerê adapta brinquedos do parque da APAE

9 de novembro de 2017 16:03 | Acessibilidade , Comunidade , Lance Notícias , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Projeto do IFSC de Xanxerê adapta brinquedos do parque da APAE Foto: Divulgação

O Instituto Federal Catarinense (IFSC) campus de Xanxerê, vem desempenhando a cerca de quatro meses, uma parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), onde os alunos do curso de técnico em mecânica, realizam um trabalho de manutenção e criação de projetos, por meio da mecânica assistiva.

A mecânica assistiva são os recursos e serviços que proporcionam a ampliação das habilidades funcionais de objetos e aparelhos para pessoas com deficiência, como exemplo, a adaptação do parquinho encontrado na entidade, para que crianças e adultos possam utilizar.

Foto: Rafaela Forchesatto/ Lance Notícias

O coordenador dos cursos técnicos em mecânica e especialista em estruturas metálicas, Luiz Lopes Lemos Júnior, destaca que a parceria entre IFSC e APAE iniciou em uma conversa, para que os professores e alunos entendessem quais eram as necessidades que precisariam ser supridas por meio das adaptações nas peças.

“No meio do ano a gente propôs para o pessoal da área mecânica assistiva, para que eles realizassem um trabalho com a APAE. Nós fomos até lá, eles mostraram para a gente o que eles fazem, observamos os alunos tendo aula lá. A partir disso, organizamos o trabalho em manutenção e criação”, desta Luiz.

Foto: Rafaela Forchesatto/ Lance Notícias

Dentre as manutenções que estão sendo realizadas, a praça da APAE está recebendo melhorias nas estruturas, conservação dos brinquedos que estão enferrujados, e também, a adaptação de uma esteira, que terá velocidade reduzida, para os alunos utilizarem.

“Por meio de projetos estamos criando modelos novos ou adaptados que existem no mercado para a necessidade deles, como exemplo uma esteira que eles têm, que não está sendo usada. A esteira tem as velocidades máxima e mínima, no qual as pessoas vão fazer a atividade física, podendo optar pela velocidade mínima, que assim elas vão poder andar, mas em relações com as pessoas com deficiência, a mobilidade, no mínimo fica muito rápido, então alguns ajustes são necessários serem feitos”.

Foto: Divulgação

Em virtude de os projetos passarem por um período de um ano entre elaboração e criação, neste primeiro momento só está sendo realizada a manutenção, com recursos do IFSC, dos aparelhos já existentes na entidade.


Por: Alessandra Bagattini

Deixe seu comentário

Saiba Mais