Radares da BR-282 no trecho de Xanxerê não estão funcionando

12 de fevereiro de 2019 14:53
BR 282 , Trânsito , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Radares da BR-282 no trecho de Xanxerê não estão funcionando (Foto: Diário do Iguaçu)

Em todo o estado de Santa Catarina, inclusive Xanxerê, cerca de 500 radares eletrônicos fiscalizadores de velocidade, instalados em rodovias, estão sem funcionar. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) isso se deu devido ao fim dos contratos de manutenção dos aparelhos.

Em todo o Estado, são cerca de 500 equipamentos que estão fora de operação até que uma nova empresa assuma esse serviço. Isso inclui também todos os radares instalados na região Oeste. Segundo o supervisor do Dnit de Chapecó, Diego da Silva, as empresas mantinham os equipamentos com contratos emergenciais que não foram renovados.

– Em 2016 ainda foi lançado um edital para a instalação de novos radares e manutenção, mas, por conta de diversas impugnações e impasses, ele foi suspenso e, desde então, os radares estavam operando com contratos emergenciais feitos com a empresa responsável. Mas, o último contrato venceu em janeiro e a empresa desligou os equipamentos porque estão sendo liberados os lotes para a manutenção dos equipamentos, mas ainda não temos um posicionamento de quando os equipamentos voltarão a funcionar – explica.

Em nota, o Dnit ainda informou que o problema não atinge só as rodovias de Santa Catarina, mas em todo o Brasil. Conforme o órgão, os contratos se encerraram no dia 14 de janeiro e foram remodelados em 24 lotes. Desses, 17 já receberam ordem de serviço e estão em execução.

 

Confira a nota emitida pelo órgão:

“O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT esclarece que os contratos relativos ao Programa Nacional de Controle Eletrônico de Velocidade – PNCV, tiveram suas vigências encerradas em 14/01/2019 e foram remodelados em 24 lotes, dos quais 17 já receberam ordem de serviço e estão em execução.

Importante destacar que, por força dos novos contratos, haverá um processo de modernização e substituição de equipamentos”. 


Por: Alessandra Oliveira

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