Santa Catarina receberá mais de 15 mil toneladas de milho

5 de junho de 2016 16:47
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Santa Catarina receberá mais de 15 mil toneladas de milho (Foto: Divulgação)

 

Serão destinados aos produtores de Santa Catarina mais 15 mil e 400 toneladas de milho para venda em balcão. O estoque atual do estado está em 40 mil toneladas. Os municípios de Itapiranga (5.400 T), Braço do Norte (5.000 T), Mondaí (4.000 T) e Maracajá (1.000 T) estão previstos pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para receber o milho, a partir das primeiras semanas de junho.

Em audiência com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, o deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) expôs a situação da falta de milho em Santa Catarina. “É um problema muito grande para a agroindústria e produtores. Não podemos esperar as empresas fecharem as portas. Já temos relatos de aves morrendo de fome”, afirma.

As 40 mil toneladas de milho hoje disponíveis em Santa Catarina estão em Chapecó (Cooperalfa), Bom Jesus, Herval D´Oeste (Conab), Quilombo (Alfa), Pinhalzinho (Cril), Maracajá (Turamix), Braço do Norte (Turamix), Coronel Freitas, Itapiranga (Coop.A1), Mondaí (Coop.A1), Irineópolis (Alfa), Mafra (Alfa), Campos Novos (Coopercam e Coocam) e São Minguel do Oeste (Cooperalfa)

A saca, que no fim de 2015, saía para os produtores do oeste catarinense em torno de R$ 35, agora custa quase R$ 60. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), cada produtor tem direito a 100 sacas por mês.

Santa Catarina é um dos maiores produtores de suínos e de frango do Brasil. Por ano de 6,5 milhões de toneladas de milho são necessários para a ração dos animais.

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Para amenizar a escassez de milho, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) colocará para leilão 500 mil toneladas de milho. Para o atendimento ao programa de “venda balcão” serão disponibilizadas 160 mil toneladas, que serão levadas para as regiões Sul e Nordeste do país.

A safra de milho de 2016 teve um déficit de 45 milhões de toneladas em relação a de 2015, segundo a consultoria de negócios, SIM Consult. (Assessoria de imprensa)

 


Por: Patricia Silva

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