Secretário de Saúde fala sobre transporte irregular de pacientes para Chapecó

21 de dezembro de 2017 11:00
Comunidade , Saúde , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Secretário de Saúde fala sobre transporte irregular de pacientes para Chapecó Foto: reprodução/Vídeo

O caso dos pacientes que eram transportados para Chapecó de forma irregular, vem sendo acompanhado pelo Mistério Público. A situação gerou muita polêmica e também indignação de várias pessoas.

O Secretário de Saúde de Xanxerê, Arnaldo Lovatel, em entrevista ao LANCENOTICIAS.com.br, comentou sobre o caso e garantiu que isso não vai mais se repetir.

“Essa ambulância não vai mais. Foi naquele momento, porque foi um pique de pessoas que precisavam ser encaminhados para Chapecó. Posteriormente a isso, está sendo mandado os pacientes de carro pequeno, porque não temos carro grande. As pessoas que foram com a ambulância, foram em um número correspondente ao número de cinto de segurança”.

Arnaldo destaca que a situação ocorreu, pois a preocupação era com a saúde das pessoas. “Eu tinha duas opções, ou me preocupava com eles em fazer os exames e cirurgias ou me preocupava em questão de conforto. E eu olhei para o problema de saúde. Eu gostaria que todos tivessem sido transportados com carros de alto níveis de conforto, mas a nossa situação não permite no momento”.

Dois veículos eram utilizados para o transporte. Porém um deles se envolveu em um acidente na BR-282 e outro apresentou problemas mecânicos.

“Quando eu entrei na secretaria, um ônibus colidiu na BR-282, devido a fumaça, o outro carro grande, estourou o motor. Eu mandei fazer orçamento e passava de R$12 mil, mas quando é valor alto assim, precisa fazer licitação, o que demora até 60 dias para ficar pronto. Essa semana o ônibus que colidiu, foi devolvido para fazer as vistorias, mas ele vai estar em funcionamento na outra semana”.

Para solucionar o problema, o Secretário garante que novos veículos serão comprados. “Estamos abrindo processo de licitação para a compra de mais dois carros grandes para dar atendimento aos pacientes. Se não tiver esses carros na mão, vou precisar marcar menos consultas e menos cirurgias e quem será prejudicado serão os pacientes”, conclui.


Por: Alessandra Bagattini

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