Vídeo: Bombeiros de Xanxerê orientam pais para salvar bebês engasgados

11 de janeiro de 2019 15:14 | Bombeiros , Comunidade , Variedades , Xanxerê Compartilhar no Whatsapp
Vídeo: Bombeiros de Xanxerê orientam pais para salvar bebês engasgados Foto: Patrícia Silva/LanceNotícias

O 14º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Xanxerê, atende, em média, três chamadas por mês de ocorrências referentes a obstrução de vias aéreas de bebês. Na maioria dos casos, os bombeiros orientam os pais pelo telefone sobre o que fazer.

De acordo com o cabo Picolotto, o desespero acaba tomando conta das mães, que normalmente não possuem uma orientação adequada sobre como proceder.

– O maior problema é o pânico que invade as mães, o ideal é manter a calma, pois sem isso não é possível ajudar a criança. A falta de iniciativas como cursos de primeiros socorros são perceptíveis nestes casos, pois em todas as ocorrências que eu atendi, os Bombeiros conseguiram resolver por meio do telefone, quando a ambulância chegou até o local a criança já estava desengasgada – observa Picolotto.

Durante a ligação dos pais, eles são orientados sobre como devem proceder, até que um profissional chegue no local.

– Quando recebemos um chamado desses, Iniciamos a orientação por telefone e ao mesmo tempo a ambulância é direcionada até o local.

A orientação é manter a calma e seguir as instruções repassadas pelo profissional.

– Primeiro, pedimos que a pessoa mantenha a calma e caso esteja muito abalada que passe o telefone para outra pessoa. Em seguida é solicitado que se identifique os sinais de engasgamento, que a coloque de bruços em um dos braços e comece a aplicar leves batidas nas costas da criança. Normalmente só com essa técnica a criança já consegue se desengasgar – pontua.

Um dos principais motivos do engasgamento dos bebês, é quando elas dormem mamando no peito ou na mamadeira, resultando na coagulação do leite nas vias aéreas e em seguida o engasgamento. Após a amamentação também deve-se fazer a criança arrotar.

 

Confira abaixo como deve-se proceder nestes casos:


Por: Karina Ogliari

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