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Lance Notícias | 19/08/2020 13:04

19/08/2020 13:04

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Moradora de Xanxerê utiliza a bicicleta para desafiar os próprios limites

19 de agosto é comemorado o Dia Nacional do Ciclista. E o Lance Notícias resolveu contar a história de uma moradora de Xanxerê que a cerca de um ano resolveu mudar radicalmente a rotina de vida utilizando a bicicleta. Aline Zandoná é natural do Rio Grande do Sul. Nascida em São Leopoldo, na região metropolitana […]

Moradora de Xanxerê utiliza a bicicleta para desafiar os próprios limites Foto: Arquivo Pessoal

19 de agosto é comemorado o Dia Nacional do Ciclista. E o Lance Notícias resolveu contar a história de uma moradora de Xanxerê que a cerca de um ano resolveu mudar radicalmente a rotina de vida utilizando a bicicleta.

Aline Zandoná é natural do Rio Grande do Sul. Nascida em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, mora em Xanxerê há 20 anos. Veio para o oeste depois de ter conhecido o marido. Sempre teve bicicleta e utilizava para passear e trabalhar ainda no estado gaúcho. Mas depois que veio para Xanxerê o gosto pelo ciclismo aumentou ainda mais.

– Minha grande mudança em relação ao ciclismo aconteceu em setembro do ano passado quando vi a presidente do grupo “Elas na Magrela” passar na frente da escola onde trabalhava. Sempre tive curiosidade pelo pedal, aí um dia resolvi parar ela e quis saber mais informações, como funcionava e deu a coincidência que na mesma semana, elas criaram o grupo que existe até hoje. Daí comecei a participar dos pedais nos sábados pela manhã e não parei mais – disse.

Foi o incentivo que a professora de educação física precisava para mudar radicalmente sua rotina de vida. Hoje, ela tem 44 anos, e garante que se sente muito melhor depois que começou a pedalar.

– Eu não tinha resistência nenhuma. Fui aumentando todos os dias da semana, resolvi me desafiar ainda mais. Minha meta era subir a avenida Brasil. O dia que eu consegui, foi um sucesso, uma alegria, na mesma hora mandei para todos meus grupos de whatsapp. Já fui também para Faxinal, Vargeão, Ponte Serrada, Bom Jesus, Ouro Verde, já andei por todos esses interiores – concluiu.

Após entrar para o grupo, Aline comprou uma bike apropriada e também equipamentos de proteção individual como capacetes, luzes e luvas. Começou a pedalar com cinco quilômetros, depois foi aumentando. Hoje, ela leva o filho para alguns passeios para incentivar ainda mais o esporte.

– Tenho meu menino de 11 anos que quando eu posso eu arrasto junto. Claro, levo para aqueles lugares que ele possa ir comigo. Já ensinei que precisa usar capacete, que não é nenhuma frescura não. Daí lembro que tive um acidente no ano passado em que fui atropelada, e o capacete me ajudou muito. Se não estivesse com o equipamento, nem sei o que seria de mim – finalizou.

Aline lembrou ainda que todos os cuidados estão sendo tomados para evitar o distanciamento entre as ciclistas. Durante os passeios, todas utilizam máscaras e álcool gel para evitar a contaminação do coronavírus.

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