Xanxerê

Lance Notícias | 25/09/2026 15:14

25/09/2026 15:14

195 visualizações

Por que votar em Ana Sirino?

Ela nasceu aqui, cresceu aqui e nunca foi embora. Agora pede o seu voto para levar Xanxerê e o Oeste até Brasília

Pense na última vez em que você precisou de alguém de verdade. Talvez um problema na Justiça, uma dívida que não fechava, um benefício negado, uma empresa que parecia não ter saída. Você não procurou o mais famoso nem o que prometia mais. Procurou alguém em quem confiava. Na urna é igual. Neste domingo, a pergunta não é quem fala mais bonito. É em quem você confia para falar por você.

 

Uma história que começou em casa

 

Ana Cecília Sirino é filha de Ivone e Luizinho. Cresceu numa casa com sete irmãos, é gêmea e tem irmãos trigêmeos. Aprendeu cedo que ninguém é ouvido sem se esforçar e que, numa família grande, cada um precisa fazer a sua parte.

Em 1989, a mãe dela fez o que ninguém esperava: tornou-se a primeira mulher a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores de Xanxerê. Era um ambiente ainda mais masculino do que hoje. “Eu cresci vendo que mulher pode, sim, estar onde as decisões são tomadas. Minha mãe abriu essa porta. Eu quero atravessá-la até Brasília”, diz Ana.

 

Por que votar em mulher importa

 

As mulheres são mais da metade do eleitorado brasileiro. Mesmo assim, ocupam menos de um quinto das cadeiras da Câmara dos Deputados. Santa Catarina tem 16 deputados federais, e só cinco são mulheres. Isso não é detalhe.

São as mulheres que mais sentem a fila do posto de saúde, o remédio que falta, a creche que não tem vaga e a violência que ainda cala tantas dentro de casa. Quando elas não estão no lugar onde as leis são feitas, esses problemas chegam sempre por último. “Não peço voto por ser mulher. Peço que a mulher preparada não fique de fora”, afirma Ana.

 

Confiança não se promete. Se prova.

 

Há mais de 20 anos, Ana advoga nas áreas tributária, empresarial, trabalhista e cível, na Justiça estadual e na federal. No escritório dela, as pessoas chegam no pior momento da vida: o trabalhador que não recebeu o que era seu, a empresa à beira de fechar as portas, a família que perdeu o chão.

“O advogado é a pessoa para quem você conta o que não conta para mais ninguém. Todos os dias alguém me confia o que tem de mais importante. É essa responsabilidade que eu quero levar para Brasília”, diz.

A advocacia também mostrou a ela onde o sistema falha. Mostrou a lei que existe, mas não funciona, o processo que se arrasta por anos e o cidadão que se perde na burocracia. É por isso que a bandeira de Ana é simples e direta: lei boa é lei que sai do papel.

 

Ela conhece os dois lados do balcão

 

Ana não conhece o poder público só de ouvir falar. Foi diretora de Recursos Humanos e assessora do Município de Xanxerê. No Governo do Estado, foi gerente de Turismo, Cultura e Esporte e diretora administrativa na Secretaria da Saúde. Também é empresária e atua em comércio exterior e negócios internacionais.

Ela sabe o que é depender do serviço público e sabe o que é gerar emprego e esbarrar em exigências que não fazem sentido. “Quero representar pessoas, não números”, resume.

 

O que ela vai defender

 

As propostas de Ana nasceram de histórias reais que passaram pelo escritório dela. Ela quer garantir o acesso a medicamentos que o SUS não oferece, com prioridade para crianças autistas e famílias do Cadastro Único. Mães e pais não deveriam precisar de um processo judicial para conseguir o remédio de um filho.

Ela também quer fazer a Lei Geral de Proteção de Dados funcionar de verdade contra vazamentos, fraudes em aposentadorias e golpes por telefone e internet, que roubam as economias de uma vida inteira dos nossos idosos. Defende ainda o esporte como política pública para crianças e adolescentes e menos burocracia para quem trabalha, produz e empreende.

 

A força de quem não desiste

 

Fora dos tribunais, Ana é faixa marrom de jiu-jitsu. É bicampeã brasileira, campeã europeia, pan-americana e sul-americana, e vice-campeã do Novice Worlds. Nenhum desses títulos veio por acaso.

Por trás de cada medalha existe uma rotina que pouca gente vê. Ana divide o dia entre o escritório em Xanxerê e os treinos em Chapecó, sem deixar nenhum dos dois de lado. Enquanto muitos encerram o expediente, ela pega a estrada para treinar. Dieta regrada, controle de peso rigoroso antes de cada competição, horas de tatame repetindo o mesmo movimento até ele sair perfeito. Tudo isso sem faltar a uma audiência, sem perder um prazo, sem deixar um cliente sem resposta.

“O jiu-jitsu me ensinou que resultado não é sorte, é método. Você organiza a agenda, respeita o descanso, cuida da alimentação e treina mesmo nos dias em que não tem vontade. É a mesma disciplina que eu levo para o trabalho e é a que eu quero levar para Brasília”, diz Ana.

 

Xanxerê precisa de voz em Brasília

 

O seu voto conta

 

Muita gente acha que um voto não faz diferença. Mas foi com votos contados um a um que, em 1989, uma mulher de Xanxerê entrou para a história. Agora, a história pode se repetir.

Neste domingo, 4 de outubro, vote em quem você conhece, em quem tem história e em quem faz acontecer.

Para deputada federal: ANA SIRINO — 4040 (PSB).

Deixe seu comentário

Política de privacidade

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.